— Flávio… — estreitei os olhos, desconfiada. — Conheço essa sua cara.
— Que cara? — perguntou, fazendo-se de inocente.
— Essa aí. A cara que você faz quando está aprontando alguma coisa.
— Você é muito desconfiada, Fabi. Eu só estou tentando ganhar meu próprio dinheiro. Não era isso que você queria?
Suspirei, porque ele tinha razão. Eu vivia reclamando que ele precisava tomar jeito e procurar um emprego. Agora que ele finalmente estava tentando, eu não podia simplesmente mandar que fosse embora