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— Eu não posso morrer, tolinho. – A bruxa arregaça as mangas da blusa preta e revela pequenos símbolos dourados como cicatrizes quase invisíveis em sua pele morena. As formas rodeiam seus punhos como uma algema. Ela espera que eu os veja com clareza e os cobre novamente. Seus olhos brilham como carvão agora, escurecidos pelas chamas das velas e da cortina de fios castanhos caindo ao redor das bochechas ressaltadas até os largos quadris.

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