Mundo de ficçãoIniciar sessão— Amara! – Terence desce atrás de mim, assim que pulo do banco do motorista e bato a porta do carro com toda a raiva acumulada. O ignoro conforme cambaleio pelo caminho de pedrinhas até os degraus, os subo e entro em casa. O sinto me perseguindo pelas salas e pela cozinha. — Amara, espere! – Agarro um copinho de cristal pequeno e cilíndrico no armário e uma garrafa de tequila aberta na geladeira. Meu braço é envolvido pelos dedos dele e sou forçada a me virar. — Você pode se acalmar,