Mundo de ficçãoIniciar sessãoQuando no astral penso, eu crio, e o que crio vive, morrendo se dele afasto meu pensamento. A criação saberá que está viva? Sabemos nós que estamos vivos?
Zé Cajarana abriu os olhos pesados como chumbo, praguejando ao sentir a cabeça estalar e martelar dolorosamente. Aquele era um pequeno mal-estar, se disse, soltando uma praga mais feroz. Resmungando apoiou a mão na cama e levantou-se do chão, dando a volta num vômito. Assim que chegou na port