ELISE
Segurar aquela caixa aberta era como segurar uma granada de luxúria prestes a explodir no meio do meu quarto.
O coração batia tão forte que eu podia senti-lo na ponta dos dedos enquanto o celular vibrava com a pergunta dele em código.
6-1.6-3.3-1.3-2.5-3.6-3.
Eu li e reli, decifrando as teclas mentais. M-O-D-E-L-O.
E sua pergunta se eu era e se estive lá.
Fechei os olhos por um segundo, sentindo o peso da culpa.
Eu nunca menti tanto na minha vida.
Primeiro, deixei ele a