Mark Tremont nunca virou-se na sua direcção. Ele apenas derreteu-se na multidão que se reunia.
Um sorriso moroso fez-lhe sombra nos seus lábios pálidos. Ela não queria ser vista, não é verdade? Era para o melhor, disse ela a si própria. Que abraço no clube? Esquece isso. Foi para o melhor.
No andar mais alto do bloco, ladeado pelos superiores da sua empresa, Mark visitou todos os departamentos do edifício, por turnos. Atrás desses óculos, olhos dourados revestidos de uma fina película de geada e