Mark segurou-a de forma ainda mais apertada. "Vá lá".
"Não sei como", respondeu ela, fazendo-se de parva.
Ele soprou suavemente para os ouvidos dela. "Diz: 'Boa noite, querido'. Vá lá".
Arianne conseguia ouvir o seu coração a bater de forma selvagem. Ela separou os lábios e disse, provisoriamente: "Boa noite... querido?".
A sua voz não era persuasiva, gira, ou feminina, por isso Mark estava insatisfeito. "A tua voz deve ser mais doce quando estás a agir de forma gira, entendes? Talvez... eu