"Liberta-me, Serene Ludd". O homem ordenou-a num tom frio e severo.
No entanto, Serene não era a sua subordinada, pelo que não tinha motivos para ouvir Wilson. A mulher persistiu; cruzou ambas as suas pequenas mãos para lhe abraçar com mais força a cintura.
"Não, não o farei. Se eu te libertar, mandar-me-ás de volta para a Cidade do Norte, e nunca mais te voltarei a ver"!
Wilson olhou pelas suas janelas e reparou que alguns dos seus colegas olhavam para eles do exterior. Depois olhou para a mulh