Karina Sorri com o elogio dele, sentindo aquele aquecimento gostoso no peito. O olhar que o Richard me dava quando ficava assim, meio bobo, meio fascinado, tinha o poder de afastar qualquer resquício de cansaço.Terminamos de checar tudo no apartamento, pegamos a Sofie com todo o cuidado para não acordá-la e descemos. O trajeto até a casa da Bernadette foi rápido. Ela já nos esperava na calçada, com uma mala pequena ao lado. O Richard desceu para ajudá-la com a bagagem no porta-malas, e logo ela se acomodou no banco traseiro, bem ao lado da cadeirinha onde a Sofie dormia feito um anjinho.— Prontinho, chefe. Boa tarde, Karina! A pequeninha nem piscou, né? — Bernadette sussurrou, ajeitando a manta da minha filha com um carinho que me deixou ainda mais tranquila.— Nem mexeu, Berna. O balanço do carro é um santo remédio — respondi, sorrindo pelo retrovisor. — Obrigada de verdade por vir com a gente.— Imagina, vai ser um prazer!Com todo mundo acomodado, o Richard engatou a marcha
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