Então, reunindo toda a coragem que me resta, ergo o queixo e o encaro nos olhos. —Muito obrigada pela ajuda, Davi. Mas agora eu tenho que ir — digo, com a voz firme, apesar do tremor interno. Dou um passo hesitante para o lado, mas Davi reage rapidamente. Com um movimento ágil, ele me segura pela cintura com as mãos fortes e possessivas, me puxa contra o seu corpo, colando-me a ele, com uma intensidade que me tira o ar. Sinto cada músculo do seu corpo, extremamente musculoso e definido, pressionando contra o meu. O calor que emana dele me invade, me desarmando, me deixando vulnerável. —Agora? Hum... Eu acho que não — ele sussurra, com um sorriso malicioso que me causa um arrepio na espinha. — ainda temos assunto pendente para resolver. —Não temos nada para resolver, Davi. Você seguiu a sua vida, e eu segui a minha — respondo, tentando me libertar do seu aperto. —Ah, é mesmo? — ele pergunta, arqueando uma sobrancelha, me aperta ainda mais contra si, impossibilitando qualquer movi
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