O barulho do impacto ressoou pela recepção. Magna voou para trás, derrubando o copo de café no chão e caindo de bunda no piso frio, segurando o nariz que começou a jorrar sangue instantaneamente.— AI! MINHA CARA! SUA LOUCA! — ela gritou, estonteada e chorando de dor. — VOCÊ FICOU MALUCA?! VOCÊ ME BATEU!— AQUELE BEBÊ MORREU POR SUA CULPA, SUA VADIA INÚTIL! — gritei, avançando pra cima dela, sendo segurada por dois seguranças que apareceram correndo. — Você deixou uma paciente em sofrimento fetal por três horas só pra não estragar a porra do seu plantão! Você não é médica, você é um lixo! Liga pros seus advogados, porque eu vou fazer questão de cassar o seu CRM e te ver atrás das grades!Os parentes da paciente correram até mim, apavorados com o escândalo.— Doutora! Pelo amor de Deus, o que aconteceu?! Como tá a minha filha?! — a avó da criança perguntou, agarrando meu jaleco, em pânico.Respirei fundo, forçando meus músculos a relaxarem, e me soltei suavemente dos seguranças. Baixei
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