O PRIMEIRO ALIMENTO E A VISITA INESPERADA.Despertei quando ouvi o diminuto choro e o gemido entrecortado de uma criança. O som era ténue e agudo, mas o suficiente para me acordar. Sobressaltei-me quando a minha consciência me lembrou do lugar onde estou.— O que se passa? O que se passa? — disse, reincorporando-me, somnoliento.Ao meu lado, a Avy encontrava-se já acordada, sentada na borda da cama, tomando o nosso filho ao colo. Levantei-me de imediato para contornar a cama e chegar até eles.— Tudo bem? — perguntei —. Precisas de ajuda? — Voltei a oferecer-me, sentindo que ela precisava de mim.Negou e sorriu-me.— Tranquilo, amor, estamos bem — afirmou, e tranquilizei-me. O meu filho voltou a emitir um grito de choro ao abrir a boca.— O que é que ele tem? — perguntei à Avy, e a angústia regressou, alertando-me —. Chamo o médico?— Não, Ethan, é que de certeza tem fome.Assenti e observei-a a ajeitar-se sobre o colchão, a puxar para o lado a alça do seu vestido, que caiu do seu omb
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