O diretor do hospital estava impressionado com a capacidade da jovem. Elogios foram lançados, seguidos de pedidos de desculpas por não terem acreditado nela desde o início. Deyse, exausta por tudo que havia acontecido, chorou ao abraçar Diana. — Amiga, tenho que ir agora. Minha avó está sozinha, mas amanhã venho te ver. Se precisar de mim, me ligue — disse Liliane com voz cansada as duas se abraçaram.—Obrigada Lily — Querida, você precisa descansar — disse Diana, segurando sua mão com carinho. — Eu preciso ver o papai. Vou ficar aqui até ele acordar — insistiu Deyse. — Tudo bem, mas como vai ter forças para cuidar dele se você adoecer? Fique tranquila, eu cuido dele esta noite. Você também precisa de cuidados. Diana beijou a testa da nora e seguiu para a ala VIP, onde Henry estava, guiando sua cadeira de rodas. Deyse se deitou no sofá e o sono logo a venceu. Ela sonhou que estava flutuando, envolta por um calor reconfortante, como se estivesse sendo abraçada. Instintivamente, se
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