Outra lágrima caiu de seus olhos, e Phillipa olhou novamente para o documento antes de voltar a atenção para a mansão diante de nós. A expressão em seu rosto era impossível de descrever. Havia dor, saudade, surpresa e uma felicidade tímida misturadas naquele olhar, e sabia exatamente o quanto aquele lugar significava para ela.Não era apenas uma propriedade antiga. Era a casa de seu avô, o homem que havia lhe ensinado tudo sobre cartas, estratégia, observação e, principalmente, sobre nunca permitir que ninguém escrevesse seu destino por ela. Passei a mão delicadamente pelo rosto de Phillipa e enxuguei uma das lágrimas que insistiam em cair.— Feliz aniversário, Principessa.Ela continuou me encarando, ainda segurando o envelope entre os dedos.— Você comprou a antiga mansão do meu avô?Sorri diante da pergunta, mas antes que pudesse responder, percebi que ela ainda não havia terminado de analisar todos os documentos. Phillipa abaixou os olhos novamente e começou a ler a última página.
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