Madson estava cercado por seus guarda-costas, mas o elevador era amplo o suficiente para que Paola entrasse sem dificuldades. No entanto, a proximidade a deixava extremamente tensa. De perto, a semelhança entre ele e Diego era ainda mais desconcertante; era como ver uma versão adulta e arrogante de seu próprio filho. O elevador desceu lentamente e parou no oitavo andar. Um homem de uns 40 anos, usando um boné de beisebol preto que ocultava seu rosto, entrou e postou-se ao lado de Paola. Entediada, ela fez menção de pegar o celular para ler algo, quando notou, pelo canto do olho, o homem sacar uma faca de forma brusca. O instinto falou mais alto que o medo. "Cuidado! Perigo!" ela gritou. Antes que o agressor pudesse completar o movimento, os guarda-costas de Madson, treinados para reações imediatas, já o haviam imobilizado no chão. "Sr. Madson, o que devemos fazer?" perguntou um dos homens. "Descubram quem o enviou e entreguem à polícia. Não som
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