Cada degrau fazia seu pau sair um pouco e ir mais fundo.Ele me enchia até eu sentir que não havia mais espaço. Eu gemia contra o pescoço dele, as pernas enlaçadas na sua cintura, o corpo ainda tremendo dos orgasmos na mesa. O cheiro dele de suor, de sexo e aquele perfume amadeirado me invadiam e me deixavam víciada, cada vez mais.Quando chegamos ao quarto, ele me deitou na cama com uma lentidão torturante, o corpo pesado cobrindo o meu. O colchão afundou sob nós. Ele se afastou apenas o suficiente para pegar uma máscara de seda preta na gaveta da mesinha de cabeceira. Seus olhos brilhavam de desejo puro. Ele colocou a máscara sobre meus olhos amarrando com cuidado atrás da minha cabeça.— Hoje você vai me sentir, sem ver — murmurou, a voz rouca e baixa, como veludo escuro. — Sem luz. Sem distrações. Só eu.O mundo estava escuro e em resposta meu coração disparou. Eu estava sensível e arrepiada.A privação da visão deixou cada toque mais intenso, cada som mais alto, cada respiraç
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