Meia hora depois, Armando terminou de lavar e secar o cachorrinho e, finalmente, conseguiu escapar do escritório da presidência o mais rápido que pôde. Maison olhou para o pequeno vira-lata e, resistindo à sua própria germofobia, pegou-o no colo para levá-lo à gaiola do lado de fora.Ele não conseguia explicar por que havia adotado uma criatura tão "inútil", mas, ao lembrar-se de como os olhos de Isabela brilharam ao vê-lo, um sentimento de ciúme possessivo o invadiu. Ele havia prometido a si mesmo que não a veria novamente, então por que estava agindo assim?O pequeno vira-lata latiu na gaiola; parecia estar com fome. Maison vasculhou a sacola de brindes da associação e tirou um saco de ração. Pegou um punhado, sentindo os grãos na palma da mão, e encarou o animal.— Já que a Isabela gosta de você, cabe a você decidir se vai ou não me fazer desistir dela — murmurou ele.O cachorrinho apenas abanava o rabo, incapaz de entender a fala humana, focado apenas na comida. Maison deu uma ris
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