NATE Acordei seis da manhã após três horas sono fragmentado. Pesadelos constantes. Ella gritando. Marcus rindo. Fogo consumindo tudo de novo. Padrões destrutivos repetindo mente torturada. Levantei pesado. Desci escada silenciosa. Luisa já estava sala. Sentada sofá. Olhando nada. Sr. Nuvem abraçado forte. — Bom dia, princesa — cumprimentei forçando normalidade. Ela olhou. Não respondeu. Absolutamente nada. — Luisa? Dormiu bem? Silêncio. Olhos apenas. Expressão vazia ausente. Coração apertou. — Amor? Fala comigo. Por favor. Nada. Nem tentativa. Nem movimento
Ler mais