ELISA RIVER.Mantive meus olhos fechados, esperando que ele retirasse minha calcinha e começasse a me chupar. Notei que ele estava demorando para começar a me dar prazer, então abri meus olhos e ele estava de pé no chão, de frente para a cama, me observando.Arqueei a sobrancelha.— Desculpe, amor, mas eu não posso fazer isso. Ainda não está cem por cento para fazer sexo. Só eu sei como é difícil para mim, ter que resistir a te foder com força. Mas não posso arriscar que seus pontos se rompam, ou que sinta alguma coisa, pelo esforço. Devo pensar nos bebês também.Eu o olhei indignada com aquilo. Eu não acredito que ele estava fazendo aquilo comigo. Eu queria gritar e xingá-lo. Mas, infelizmente, não seria possível. Então peguei o travesseiro e joguei nele e bufei de frustração.O fuzilando com meu olhar irritado. Apontei para a porta e falei.— Sa…i.Foi só o que consegui pronunciar diante da minha revolta. Sei que é direito dele se recusar a transar comigo, mas ele me iludiu. Poderia
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