Naquela noite, António parecia movido por uma energia sem fim, deixando marcas escuras e arranhões por toda a cintura da mulher. Sem querer ficar por baixo, Adriana devolveu os golpes, arranhando e marcando a pele do pescoço dele. António perdeu qualquer noção de limite, forçando Adriana a agarrar os lençóis amassados até os dedos doerem. Esgotada de corpo e alma, ela fechou os olhos e apenas deixou que ele terminasse o que tinha começado.A manhã de sábado exigiu que Adriana pulasse da cama bem cedo, pois precisava buscar sua mãe, Joana, que ganharia alta do hospital. O preço da noite sem sono veio em cheio na hora de levantar, pois suas pernas tremiam de fraqueza a cada passo.Enquanto ela escovava os dentes na frente do espelho, António cruzou a porta do banheiro e passou os braços ao redor da cintura dela com intimidade. — Volta para a cama e dorme mais um pouco comigo. — Pediu ele, com a voz rouca de sono. Adriana ignorou o toque quente. Ela terminou de enxaguar a boca devagar,
Ler mais