Os dois se levantaram — Luca com a graça de quem não está grávido, Sutton com um passo desajeitado. Ela sentiu a mão dele no cotovelo, amparando-a, e embora não precisasse da ajuda, não o afastou. Era um pouco como fechar o portão do estábulo depois que o cavalo já fugiu.A enfermeira os conduziu para um consultório. — Vou fazer algumas verificações antes de a médica vir vê-la.A rotina era normal: verificação de peso, que ela não olhou. Não era por vaidade, mas simplesmente não queria saber, apenas que estava na faixa saudável. A pressão arterial estava levemente elevada, mas sem sinais de alarme.Em seguida, a enfermeira a bombardeou com perguntas. — Algum inchaço nos pés ou tornozelos? — ela perguntou, fazendo anotações no tablet.Sutton olhou para os próprios pés, enfiados no único par de sapatilhas que ainda cabia com conforto. — Um pouco à noite — ela admitiu. — Nada demais.Mentirosa, os tornozelos a acusaram silenciosamente. Todo dia às 17h eles inchavam como massa de pão,
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