Do lado de fora do hospital, as portas da ambulância se abriram com força. Dois paramédicos saltaram rapidamente, os rostos concentrados enquanto puxavam a maca com urgência. As rodas tocaram o chão e rolaram depressa em direção à entrada.Diana correu atrás deles, chorando incontrolavelmente. Suas duas filhas vinham logo atrás, Isla e Betty. Os rostos delas estavam pálidos de medo. As portas automáticas da emergência se abriram com um silvo, e o grupo entrou às pressas.— O que aconteceu? — Perguntou uma enfermeira-chefe, com a voz urgente, porém calma, enquanto caminhava ao lado da maca.Um dos paramédicos, ainda segurando a máscara de oxigênio sobre a boca de Maya, respondeu rapidamente:— Suspeita de fruta envenenada. Ainda não temos todos os detalhes. Ela teve convulsões no caminho até aqui.— Levem-na direto para a sala de trauma um. — Ordenou a enfermeira, em tom firme.Sem hesitar, empurraram a maca pelo longo corredor. Diana e as filhas pararam no fim do corredor, observ
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