Aquiles O silêncio deixado pela ausência do meu lobo é, estranhamente, reconfortante. Eu sei exatamente onde ele está. O dia se foi. A madrugada chegou. Sigo para a sala pediátrica com Vanessa, que não faz outra coisa além de tirar leite desde que chegou aqui. Minha mãe,Temi e Ania continuam cuidando das duas filhotes saudáveis. Eu permaneço ao lado do pediatra, observando Ragnar e a pequena; que, que ao menos agora consegue respirar sozinha. Mas algo novo foi sugerido. Estou sentado em uma poltrona, sem camisa, enquanto o pediatra posiciona Ragnar e a pequena sobre o meu peito, buscando aquecê-los. Depois, os envolve cuidadosamente, deixando-os colados à minha pele. Quase prendo a respiração. Posso sentir. A energia flui do meu corpo para o deles ; exatamente como acontecia com Liliane. Fico ali, imóvel, impactado, olhando aqueles dois pequenos guerreiros. Ragnar abre a boca e começa a chorar. Vanessa se levanta imediatamente, alarmada. O pega do meu colo e, ao invés de of
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