Adrian Acordei, mas mantive os olhos fechados. A tarada da minha companheira continuava lambendo meu membro, engolindo-o por inteiro. Resolvi aproveitar só mais um pouco. Ela acelerou o movimento da boca e perdi a guerra, deixando escapar um gemido. — Bom dia, amor — Vanessa murmurou, com aquela expressão safada que me desmonta, e eu me derramei em sua boca gulosa. — Agora que acordou, podemos passear um pouquinho? Quero conhecer o lugar. Ela deslizou as mãozinhas pelo meu abdômen, e senti o sangue correr para o sul outra vez. — Ah… me apalpando assim, acho que não saímos daqui hoje. Inverto nossas posições e começo a beijar o corpo dela. Vanessa arqueia as costas, entregue, desejosa, e faço questão de que sinta o quanto adoro cada pedacinho do seu corpo. Seus gemidos me enlouquecem. Só saio da cama quando escuto sua barriga roncar. — Só mais um pouquinho… — minha humana ninfomaníaca pede, fazendo aquela carinha manhosa. — Depois que almoçarmos. Ela faz um biquinho, quase me
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