Enquanto toda uma batalha se desenrolava, Valeria e Pietro, por sua vez, estavam internados no hospital psiquiátrico “Di Santa Rosa”, ambos com seus próprios demônios, ambos com seus próprios problemas não resolvidos. O casal estava tão perto, mas tão distante um do outro; os dias haviam passado normalmente, Pietro mantivera seu estado normal por vários dias, o que ajudara a Dra. Serra a abrir caminho em sua mente.No caso de Valeria, faltavam-lhe apenas algumas semanas para concluir a primeira fase; por isso, havia perguntas que, a princípio, não tinham resposta, mas que agora já poderiam ser respondidas.— Valeria, como você está hoje?— Olá, Dra. Serra, estou bem e a senhora?— Bem, Valeria, muito bem. Fico feliz em saber que você está melhorando; sinceramente, você fez um trabalho incrível.— Obrigada, Dra. Serra! Basicamente, devo isso a você…— Não! Esta conquista é toda sua e de mais ninguém; minha única tarefa é ajudá-la a compreender o que sua cabecinha não conseguiu deixar p
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