Valeria estacionou o carro em frente à casa que supostamente era de Pietro. Ao sair do carro, suas pernas tremiam, ela sentiu um pouco de tontura, segurou-se no carro e começou a subir os pequenos degraus que levavam à entrada principal. Lá, em pé, estava Teodore Vanetto, que parecia sério e, sem mentir, poderia parecer irritado.— Sra. Barzinni, no seu estado, não deveria estar dirigindo à noite.— Vim ver o Pietro! Não sei quem você é, mas preciso falar com ele. Sei que ele está aqui, vi-o esta manhã, sei que mora aqui, preciso falar com ele.— Senhora, entre, precisamos conversar. De fato, ele mora aqui, entre. — Disse Teodore, fazendo-lhe um sinal com a mão. — Vamos para o escritório.Valeria viu a casa de Pietro e percebeu que era muito diferente do estilo que ela conhecia dele; a casa em que moraram juntos perto do mar era mais simples, não tinha tantos luxos. O Pietro que ela conhecia não gostava dessas coisas; ele gostava de carros caros, mas, quando se tratava de moradia, pref
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