Capítulo 11

Eu respiro fundo e imagino que seja alguém que fiquei e nem me dei ao trabalho de memorizar o número. Não tenho vontade de responder. Volto para a pista. As gaiolas agora estão sem os dançarinos, então decido entrar em uma delas para dançar ao som do

Nine Inch Nails Closer.

Dou meu melhor, encarando alguns possíveis amantes para esta noite. Fecho os olhos e aliso minhas coxas, subindo lentamente. Abro os olhos e penso ter visto Lucca em meio à multidão. Eu paro por um momento e tento achá-lo, mas não o encontro.

Saio da gaiola e sigo pela multidão, olho na mesa Lais está conversando com o garçom animadamente. Decido ir ao banheiro, acredito que já bebi demais e estou realmente tendo alucinações.

Lavo meu rosto, enxugo e retoco a maquiagem antes de sair. Passando pelo corredor, dou de cara com o loiro de antes, que pega meu braço e tenta me abordar. Ele quase toca meu seio. Eu o empurro e me liberto falando palavrões. Continuo no meio da multidão, tentando chegar na minha mesa, congelo quando sinto alguém me encoxando e abraçando minha cintura. Antes que eu me virasse, uma voz grave e cheia de sotaque sussurra no meu ouvido:

... "Eu quero te foder como um animal..." _ele canta no meu ouvido o trecho da música do Nine Inch Nails.

Eu nem precisei me virar para saber que era Lucca. Eu devia ficar surpresa, talvez ofendida? Meu instinto, minha libido estavam mandando meu consciente ir se foder e eu também. Ele se agarra ainda mais e dançando alisa minhas coxas, morde minha orelha até terminar a música me virando e me invadindo a boca com um beijo ainda mais intenso que os da noite passada.

Eu nem preciso constatar o quanto minha calcinha está encharcada. Estou tremendo e a única coisa que desejo é que ele me foda no banheiro. Ele me puxa para um abraço apertado dizendo:

_ Desculpe se te assustei. Eu não parei de pensar em você. Eu precisava te encontrar.

A mensagem no celular. Era ele. Então resolvo confirmar:

_ Você me mandou a mensagem?

Ele afirma com um movimento. Eu então provoco.

_ Bom, você nem me deu tempo de responder sobre te encontrar...

Ele divertido me interrompe:

_ Eu não te perguntei se queria me ver. Não sendo arrogante, mas eu sabia onde você estaria, não resisti e tentei a sorte. E a sorte sorriu para mim.

Me sinto divertida pela cara de pau dele. Eu continuo...

_ Nem preciso perguntar, mas meu número quem te deu foi Paolo. E suponho que ele esteja por aqui também...

Ele sorri e me levando para perto da mesa onde eu estava, vejo minha amiga sentada no colo de Paolo.

Antes de querer ir até eles, Lucca me gira para ele e fala:

_ Não quero ser invasivo nem um perseguidor. Mas eu realmente gostaria de passar a noite com você novamente.

Eu inebriada por seu cheiro e guiada pelo meu íntimo banhado respondo:

_ Não posso dormir com você. Mas podemos nos divertir em outro lugar...

_ Leona vou até o inferno com você, então basta me dizer para onde você quer ir, que eu te levarei...

Dou uma risada com seu comentário, me afastando digo:

_ Você está de carro?

Ele concorda. Antes que ele me dissesse algo eu já o puxo, fazendo-o se abaixar até onde eu pudesse sussurrar em seu ouvido:

_ Me leve na floresta Lupo....

Agora ele quem dá uma risada divertida. Me puxa para si, me conduzindo até o estacionamento. Ele abre a porta para mim e em poucos minutos estamos adentrando a floresta, em uma parte alta da cidade. Eu o provoquei todo o trajeto. Ele estava no limite. Até que ele não aguentou e parou o carro em um lugar deserto.

Ele me disse com voz rouca:

_ Scende della macchina... adesso! "Desça do carro ... agora!

Eu entendi sua necessidade, fiz o giro do carro. Ele me encontrou da minha parte, abrindo a porta do banco de trás, me empurrando para dentro do carro novamente. Eu entrei e ele em seguida entrou fechando as portas e travando-as.

Ele avançou para cima de mim me beijando desesperadamente. De uma maneira tão sexy que, sem ele mesmo ter que pedir nada, eu já estava abrindo minhas pernas e ele não me desapontou. Caiu de boca entre minhas coxas, beijando cada centímetro, enquanto meu quadril rebolava, ele enfiava os dedos sem piedade enquanto meu clitóris inchava embaixo da renda. Ele percebeu meu desespero e tirou minha calcinha, se afundando novamente me preenchendo com a língua, seus dedos e novamente meu quadril perde o controle. Eu estava quase nua agora e nem sabia como tínhamos tirado minha roupa. Sim minha roupa, porque ele ainda estava com camisa e calça sociais intactos, somente seus cabelos estavam bagunçados e seu rosto que exprimia todo o desejo. Eu podia ver pelo reflexo da lua, o brilho dos meus sucos escorrendo por sua boca, que voltada a me castigar, me levando ao abismo lentamente, para depois voltar violentamente ao ponto mais frágil dentro de mim.

Quando eu já não tinha fôlego, meu corpo venceu o cansaço desta deliciosa tortura e eu desmanchei na sua boca, ele afundou os dedos na carne macia da minha bunda.

Eu gritei e implorei desesperada, repetindo seu nome como um mantra.

Em um gesto violento eu o empurro tirando sua ereção da calça e caindo de boca. Agora era ele a girar os quadris e afundar suas mãos nos meus cabelos falando todos os palavrões possíveis até ele cortar nossos gemidos.

_ Leona eu preciso sentir você, eu sou doador, posso te mostrar minha carteira. Eu entendi o que ele queria e eu também estava morrendo de vontade de sentir ele sem nada entre nós. Eu sabia que estava em dia com meus exames. Ele abriu a carteira me mostrando sua carteira de doador eu joguei para longe montando nele.

Seu membro não era o maior que eu tinha visto, mas era grosso de uma maneira que me abria inteira e me preenchia completamente.

Gememos um na boca do outro. Ele entendeu que eu precisava me acostumar e assim que relaxei, ele me fodeu com força, não tínhamos ritmo. Quanto mais ele entrava, mais eu o queria e ele voltava com tudo. Puxando meu cabelo, beijando meu pescoço, chupando meus mamilos e meu pescoço. Eu já estava perdida de onde ele estava, onde eu estava em cada centímetro de nossos corpos.

Éramos gemidos contínuos e respirações ofegantes. Eu podia sentir ele inchar e tremer dentro de mim me fazendo apertá-lo ainda mais. O nosso gozo foi libertador, foi cúmplice.

Ele me trouxe para mais perto do seu rosto, alisou meus cabelos e olhou nos meus olhos.

Um diabo! Ele era naquele momento o próprio. Dizem que o diabo é mais lindo do que dizem, justamente para atrair as pessoas com sua beleza.

Lucca é um homem delicioso e lindo. Após a foda ele fica ainda mais irresistível. Ele não sorri vitorioso, ele não expressa algum sentimento e ali por uma fração de segundos, eu sinto medo. Não sei do quê, de quem, mas tenho medo.

Eu tento sair de cima dele, mas suas mãos firmes me mantem onde estou. Tento desviar meu olhar, mas aqueles olhos claros me hipnotizam. Eu tento sair do meu desconforto dizendo:

_ Não se preocupe, também sou doadora, tenho meus exames em dia pode ficar exatamente onde você está... pois é impossível eu engrav..._eu não consigo terminar a palavra.

Ele parece surpreso com minha fala e faz um movimento de vai e vem com os quadris me fazendo parar de falar, ele ainda está excitado. Seu gozo preencheu cada centímetro de meu íntimo, mas ele continuava com uma ereção considerável. Ao meu gemido e aperto involuntário, ele sorri e responde:

_ Bem aqui? Não estou preocupado com nada disto. Eu pensava outra coisa...

Curiosa eu interrogo:

_ O que te fez ficar parado ali me encarado afinal?

_ Eu pensava que ainda não terminei com você. E ainda tenho energia para uma noite inteira e não será o suficiente. Você vai passar a noite comigo!

Dou uma risada e prontamente respondo:

_ Nos teus sonhos talvez! Lucca, eu te disse que não queria dormir com você. Nosso trato era uma foda e nada mais.

Ele retruca:

_ Eu não te fiz uma pergunta querida. Eu fiz uma afirmação! Você passará a noite comigo!

Dando uma risada, eu sarcasticamente respondo:

_ Não perca seu tempo! E não se iluda tanto assim. Aprenda uma coisa sobre mim querido, eu decido quando e onde durmo. Ninguém faz isto por mim. Então tira esta sua fala convencida da boca, porque não vai acontecer.

Ele agora me dá uma tapinha no bumbum e sua excitação agora é tão dura como antes. Ele puxa minha boca em um beijo profundo e quando me solta me diz:

_ Amo ver você irritadinha. Me excita muito seu jeito desaforado! Sabe o que me dá vontade de fazer? _ Ele começa um vai e vem vagaroso dentro de mim. E eu fecho os olhos apoiando minhas mãos no seu peito definido. Ele continua: _ Te preencher toda, até suas pernas amolecerem e quando você estiver no seu limite, vou sair de dentro de você, mesmo você fazendo um protesto pela ausência da minha ereção. E aí vou cair de boca na sua buceta e vou devorar você toda. Te chupar, lamber, penetrar e quando você gozar e gozar vou beber até a última gota te fazendo perder o juízo. E é aí Leona, que vou te preencher de novo e você vai dizer "sim Lucca, sim, por favor."

Ele é um canalha, um bastardo convencido. Mas suas palavras realmente me excitam e eu o desejo intensamente dentro de mim.

Ele me fode e me puxa pelos cabelos, quando a dor pelo seu movimento aparece, ele substitui com uma chupada no meu pescoço e em meus mamilos. Ele agora parece controlado, apesar de seus golpes contra meu corpo serem ainda mais cheios de energia do que minutos atrás. Mas ele está estranhamente controlado, e eu estou uma bagunça. Seu nome vem na minha boca várias vezes, eu o sinto por inteiro, ele cresce, incha, eu o aperto. Minha boca tem sede, quero chorar, quero sorrir, me sinto perdida e ao mesmo tempo me sinto protegida e muito, muito excitada. Quando fecho os olhos, depois de um longo respiro, já imagino que minha libertação está próxima. Vou gozar. Ele para tudo, eu abro os olhos rapidamente e o encaro falando:

_ Me fode porra!

Ele dá uma risada divertida, aperta meus mamilos entre os dentes e antes de ele falar algo, rebolo desesperadamente na sua ereção, enquanto uma de minhas mãos desce até meu clitóris e eu freneticamente busco o que desejo.

Ele me encara divertido. E fala:

_ Leona, tanta pressa, tanta fome, você me enlouquece. Mas eu ainda pretendo continuar com um pouco da minha dignidade e ter o controle...

Ele empurra minha mão e toca de uma maneira insana meu clitóris, seus quadris empurram de uma maneira que eu não consigo mais rebolar no meu ritmo.

Meus cabelos estão grudados no corpo, o suor escorre por baixo do maldito corset. Meus seios sobem e descem e quando sinto o ápice novamente, ele enfia um dedo na minha bunda. Apesar do susto, o orgasmo vem intenso e novamente seu esperma quente e grosso me inunda, descendo em minhas coxas. Ficamos ali abraçados, ofegantes. Os vidros do carro estão embaçados. A música continua tocando e só agora percebo que estava ligado o tempo todo. Agora a voz de Annalisa Diamante lei e Luce lui

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