OITENTA E SEIS

LORE

Não fiquei surpresa ao ver que o Ruel não estava na cama quando acordei, ele sempre fazia isso, mas senti falta do seu cheiro. Depois de voltarmos do estúdio, comemos algo que o loiro preparou e caímos no sono. O Evans estava se esforçando fazendo comida para me deixar alimentada. Era fofo.

Tatuei o seu nome no lado direito da minha cintura e o Vincent fez o mesmo. Tatuou o meu. Ambos em japonês, já que achamos a escrita muito bonita. Não doeu tanto quanto eu imaginava. A dor era suportável e o tamanho do rabisco na acima da minha virilha era médio e horizontal.

Suspirei e saí do quarto. Desci as escadas e passei pelo vestíbulo, logo entrando na cozinha e pegando uma xícara de café. Estava com fome e precisava de cafeína no meu corpo. Bebi um pouco do líquido preto após Jennie despejá-lo no pequeno copo e olhei para trás, ouvindo barulhos de passos se aproximando.

Era o Thomas.

Ele usava uma calça de pano e uma camisa de manga curta. Cruzou os braços após se escorar na parede cor
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