O CEO sem coração

O CEO sem coração PT

Nikole Santos  Em andamento
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"Você não deveria ter atravessado o meu caminho, garota!". Linda caiu nas mãos do homem mais duro de todos. Rômulo Guimarães. Este homem conhecido por não ter piedade fará dos dias de Linda um inferno.

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A garota tirou a paz do CEO
ATENÇÃO!ESSA HISTÓRIA É PARA MAIORES DE 18 ANOS. CONTÉM SEXO, VIOLÊNCIA FÍSICA E VERBAL E USO DE DROGAS. RÔMULO— Senhor, tem uma garota no portão. Ela disse que o senhor conhece o pai dela. — Não tire a minha concentração com bobagens, Sérgio! — Mas senhor, ela disse que não sai daqui sem falar com o senhor. Expirei todo o ar do meu pulmão e depois inspirei profundamente. Se tem uma coisa que eu odeio na vida são pessoas inconvenientes. Pessoas que surgem do nada exigindo coisas, pessoas que acham que estou disponível a todo momento para qualquer um. Eu sou um homem duro, mas não por simplesmente ter tanto dinheiro que a riqueza possuiu meu ego e todos os meus sentimentos. O meu passado me fez ser o que sou agora. Eu não tolero nada que esteja fora do meu consentimento ou fora do meu controle. — Sérgio, eu não me reúno com quem não está na minha agenda. Conforme-se com a minha resposta e não insista se não quiser conhecer o olho da rua. — disparei um olhar frio para ele. —
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O Sr. Rômulo
LINDA Que monstro é esse?Que tipo de monstro é esse homem que age da forma que ele agiu comigo? Ele me jogou no chão com tanta brutalidade que minha cabeça está sangrando e doendo muito. Ainda estou com a visão um pouco embaçada. Eles me largaram na rua. Como se eu fosse um saco de lixo, me pegaram com nojo e me jogaram na rua para quem sabe o carro do lixo não passa e me leva. Monstros. Levantei e limpei as minhas mãos sujas de sangue em minha roupa. Quando pude dar passos mais equilibrados, voltei para aquele portão. O homem que estava tentando me convencer a ir embora, um subordinado do monstro que me machucou e que não quer pagar pela morte do meu pai, vinha ali na estrada de tijolos, na direção do portão. — Se ele não pagar, eu vou levar a público. Eu vou contar a todo mundo o que ele fez! Eu vou contar o que aconteceu com meu pai e também o que ele me fez agora a pouco! Esse monstro! — meus olhos se embaçaram com as lágrimas. — Eu vou acabar com a vida desse monstro! Vou
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A desgraçada morreu?
RÔMULOEstava olhando tudo ali da janela. Quando Sérgio chamou a mulambenta para conversar, ela empacou entre os portões e depois caiu no chão. Pra completar. Será que essa desgraçada vai morrer?Os meus seguranças a pegaram no chão e a carregaram para dentro da minha casa. Se essa desgraçada morrer aqui, com tantas testemunhas do que eu fiz, vou acabar levando a culpa.Meu advogado estava demorando para me dar uma boa notícia. A boa notícia que eu queria era que nada disso tivesse chegado a público. E se ela contou para alguém?Ela disse que a única pessoa que tinha era esse pai, mas ela pode conhecer outras pessoas...Eu não vou deixar essa menina sair da minha casa e manchar a minha reputação. Ela só sai daqui com a língua cortada. Sérgio não apareceu na minha sala, o que me deixou pensando que a garota poderia estar tão mal que todos estavam fazendo algo para resolver o problema. Se ela morrer também... Será um problema a menos. Sentei no sofá do meu escritório e tentei me dis
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O homem de pijama
LINDAAcordei sentindo muita dor na cabeça. Estava num lugar que não me lembrava como cheguei.Puxei na cabeça a minha última memória e só me veio o momento em que aquele subordinado me ordenava para entrar na casa do Rômulo Guimarães.Eu só poderia estar dentro da casa. Então será que quando eles viram a minha recusa me forçaram a desmaiar com um golpe? Eu sinto como se novamente tivesse batido a cabeça, mas agora sinto essa dor do lado esquerdo da minha cabeça. É o na dor latejante. Passei a mão atrás da cabeça e senti uma coisa colada nela. Sentei na cama e a tontura me fez deitar novamente. Existia uma luz que vinha se um abajur naquele quarto. Somente uma cama e este criado mundo com um abajur. Porque me trouxeram para cá? Eu me pergunto. Não pode ser para me ajudar. Esse monstro me jogou com tanta frieza dos degraus de sua casa, que se fosse uma escada mais alta eu certamente não estaria viva agora. Um verdadeiro monstro. Quando eu sair dessa casa não terá perdão. Eu irei e
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Ameaças
LINDAEra o homem que insistiu para que eu entrasse na casa novamente mais cedo. — É melhor a senhorita voltar para cama. Ainda não parece nada bem. — disse ele, como se importasse com alguma coisa. — Eu vou embora. — tentei andar, mas estava muito tonta para isso. Me desequilibrei e não consegui me soltar do armário. — Volte para a cama. Eu vou te ajudar a contar. Você tá com labirintite. — ele segurou o meu braço e eu tentei me soltar, mas não consegui. — Eu quero ir embora.— A senhora não pode ir embora agora. — ele me virou e me levou de volta para o quarto, me segurando pelo tronco.A minha cabeça doía ainda mais por causa do balanço. Estava fechando os olhos apertado por causa dela. — Me deixa ir. Eu vou para um hospital e depois vou até a polícia. — O Senhor Rômulo disse que a senhorita não vai a lugar algum até que tudo seja resolvido. — Que tudo seja resolvido? O que ele pretende? Me matar? — sentei na cama. Ele acendeu a luz do quarto e minha cabeça doeu mais. — Desl
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Ela só pode ser meu fim
RÔMULONão consegui dormir a noite. Fiquei de um lado para o outro no meu quarto perturbado com aquela maldita garota. Eu não posso deixar que ela faça nada contra mim. Se ela falar que eu a maltratei ou sobre a morte do seu pai... Meu nome pode ir para o livro. Por isso não consegui pregar se quer um olho durante a noite. Alguém bateu na porta do meu quarto e eu ordenei que entrasse. Era Sérgio. — O senhor também não conseguiu dormir? — Não. Não consigo pregar um olho. Onde está a maldita garota? Me diga que ela está dormindo, em coma, sei lá... — me virei para ele agoniado.— A encontrei na cozinha. Ela estava querendo ir embora.— Não deixe que isso aconteça, Sérgio. Essa garota pode ser o meu fim. — Não tem como ela ir. Mal se mantém de pé. Sente fortes dores de cabeça. Eu a deixei no quarto.Andei de um lado para o outro e depois parei. — O que ela disse? Ela disse alguma coisa? — Disse que quando sair daqui irá direto para a polícia, denunciar tudo. Maldita! Maldita!— Ess
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Sozinha na vida
LINDAAcordei com a cabeça ainda doendo. Eu mal conseguia me levantar. Virei de lado na cama e levantei devagar. A tontura era forte demais e eu queria chorar enquanto me segurava na cama para não cair para um dos lados.Ouvi uma conversa do lado de fora do quarto. Entre um homem e uma mulher. As vozes de ambos ecoava na minha cabeça.— Como assim ele não dormiu?!— Não vamos conversar sobre isso.— Sérgio, o chefe tá surtando por causa dela! Coitadinha. Ela não parece ser má pessoal. Ele foi tão mal com ela. Não deve ter dormido com a consciência pesada. — O Senhor Rômulo com a consciência pesada? Você está alucinando? Claro que não! Ele está furioso com os funcionários da empresa que não avisaram sobre o acidente e morte do pai da garota. Cabeças serão cortadas. — Eu não queria estar na pele deles agora. Mas como esconderam uma coisa dessas?— Provavelmente acharam que o Senhor Rômulo não iria se importar com isso, mas desde que ela apareceu é a única coisa de que ele fala. Ele es
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O plano que resolve tudo
RÔMULOEu dormi um pouco depois do chá e do meu banho. Mas foram poucas horas. Eu levantei com a cabeça doendo, tomei um analgésico e me arrumei para ir até a minha empresa. Eu quero resolver essa história da garota o mais rápido possível. Sérgio deixou a bolsa dela no meu escritório. Eu não tinha mexido nela, mas resolvi dar uma olhada pra ver se ela realmente era filha desse cara. Linda Fonseca era seu nome. Linda... E afrontosa também. O que ela fez é imperdoável por mim. Ninguém vem a minha casa desse jeito a não ser a minha mãe e meu irmão. Mesmo assim eles não ficam sem levar um bom esporro de mim. Ela só tem 22 anos. De onde sai toda essa coragem? Deve ser normal da idade. Eu era muito rebelde quando estava nessa fase. Eu não vou deixar que uma garota de 22 anos acabar com o meu império! Quando ela nasceu eu já tinha lições sobre negócios, eu já era prometido ao sucesso. Não é uma pirralha com grande senso de justiça que vai me derrubar. Na sua carteira só tinha uma nota
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Visita médica
LINDAA empregada veio e levou a bandeja com os pratos. Eu fiquei ali sentada enquanto a comida digeria, então, depois de um bom tempo eu ouvi outra conversa do lado de fora do quarto. — Dr. Ela está aqui neste quarto. — o homem abriu a porta. Este dito médico entrou no quarto. — Bom dia. — Bom dia. — eu respondi. Colocaram uma cadeira para ele e ele sentou. — Sou o Dr. Alves. — Linda. — eu apertei sua mão. — Como se sente, Linda? — Com muita dor de cabeça, tontura... — coloquei a mão encima do curativo. — Eu vou te examinar e vamos ver o que podemos fazer para você melhor mais rápido. — ele abriu sua pasta e tirou alguns equipamentos. Anotou meu nome completo e idade na ficha, aferiu minha pressão, olhou a cor da minha pele, temperatura, verificou minha visão e por fim chegou ao curativo. — Tenho uma notícia boa e uma não tão boa. — Diz as duas de uma vez. — pedi. — O ferimento não foi tão grande, também vemos que não foi tão grave pois não afetou a sua visão, sendo esta
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O contrato
RÔMULO— 8 mil reais é o suficiente, senhor. — Isso com a parte do silêncio dela?— Este outro valor o senhor pode estipular por conta própria. Eu fiz o contrato com as exigências. — Ele me entregou os papéis. — Ótimo. Eu vou levar para que ela assine. Vou lhe dar mais 2 mil reais para fechar os 10 mil e tenho certeza que ela ficará de bico calado. — coloquei dentro da minha pasta. — O senhor pode me entregar amanhã ou na segunda-feira. — Está bem. — peguei minha pasta e saí da sala. — Quero que descubra como foi a morte deste homem e se algum outro funcionário estiver envolvido me avise. — Está bem, senhor. Tenha um bom dia. [•••]Assim que saí do prédio fui para minha casa. Eu só esperava que os imprestáveis dos meus funcionários não tivessem deixado a maldita garota ir embora. Quando cheguei, os meus seguranças abriram o portão e meu motorista entrou e parou na porta da minha casa. Sérgio apareceu na porta e eu saí do carro com a minha maleta. — Senhor. — ele abriu passag
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