Sonho de Garimpeiro 2

Sonho de Garimpeiro 2PT

Maxy Lon  Em andamento
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A obra “Sonho de Garimpeiro" é uma história de ficção. Retrata a trajetória de vida de Juca e Mariano - dois irmãos que carrega desde criança, o sonho de chegar um dia ao famoso Garimpo de diamantes do Rio Araguaia. Depois de rapazes, tem a alegria de chegar até lá e tirar a sorte grande. Um dia-mante de alto valor que os transforma em grandes homens de negócios ali na região de Serra Branca. A história inicia-se em 1940 e arrasta até os anos 50. Uma história pra ser contada e vivida por aqueles que acreditam em seus sonhos!

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16 chapters
Capítulo I - Preparativos para a viagem
Eram dois irmãos inseparáveis e unidos ao ponto de sonharem juntos tudo que almejavam para o futuro. Tanto nas brincadeiras quanto no trabalho eram parceiros. Nenhum deles ousava levar vantagem com relação ao outro. Tudo era dividido em tarefas iguais sem nenhuma restrição.Cresceram juntos em companhia dos pais, Sr. Claudionor Pereira e D. Carmelina Rosa Pereira.Juca — o mais velho e Mariano — o mais moço.Filhos únicos. Obedientes e cumpridores de seus deveres. Jamais haviam em todas suas vidas causado de alguma maneira aborrecimento a quem quer que fosse.Eram justos, honestos e educados. Bem vistos por todos, tanto nos arredores do sitio com pelos habitantes de Serra Branca.Durante o tempo de escola em Serra Branca, fizera grandes amizades com os colegas de classe.Ambos tinham um sonho e desde pequenos alimentavam a esperança de um dia podê-lo realizar. S
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Capítulo II - Em busca do sonho
Sob um sol de quase quarenta graus montados em seus cavalos, descem por aquele estradão deserto cavalgando rumo ao Araguaia. O suor escorre em suas faces misturando-se com a poeira da estrada causada pela sensação térmica de um dia de muito sol e calor.Cavalgam estrada afora alimentando a esperança de logo chegarem ao famoso garimpo de diamantes do velho Araguaia.Esperançosos vão eles, Juca e Mariano – dois irmãos que sonham há tempos com o famoso garimpo de diamantes nas barrancas do famoso Araguaia para as bandas de Mato Grosso.Na comitiva levam apenas arroz limpo, óleo, sal, carne seca farinha de mandioca e uma porção de café torrado para tomarem após as refeições e também na hora de ascender um cigarro.Ainda fazem parte de suas traias uma carabina para cada um pendurada no arreio e os demais utensílios necessár
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Capítulo III - Chegada ao garimpo
    Cerca de meia hora avistam logo à frente o corre-corre dos garimpeiros ás margens do velho Araguaia. Era o afã daquela gente batalhadora em movimento com suas picaretas nas mãos buscando encontrar ali a sorte grande. Apeiam-se e procuram o responsável pelo garimpo para se cadastrarem e armarem sua barraca.             Uma aventura que por certo traria aos dois, uma responsabilidade a mais com relação ao trabalho em busca do sonho             Depois de tudo acertado com o Sr. Pascoal alojam-se. Passam aquela noite descansando da exaustiva viagem.  No outro dia começam bem cedo no trabalho. Com muita fé e esperança de encontrar logo algum diamante e voltar para casa. Porém, a batalha está apenas começando para Juca e Mariano. — É Mariano, já pensou se a gente tropeça num diamante bem valioso, o que a ge
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Capítulo IV - De volta pra casa
Assim que amanhece o dia, após o cafezinho vão para o garimpo. Vasculham os barrancos do local onde removem o cascalho para a extração do minério e descobrem uma enorme rocha que coincidia exatamente com as características do que o varão lhe havia dito no sonho. — Olha aqui Mariano, esse local é igualzinho o que eu vi no sonho! . Precinto que está bem aí do lado da rocha. Continue vasculhando e se encontrar me chame. De repente um raio luminoso envolve todo o local onde eles estão. Bem ali na frente dos dois um enorme diamante.de excelente qualidade e alto valor. Juca remove do local, aquela linda pedra reluzindo um brilho intenso e em seguida coloca-a nas mãos de Mariano. Meio atônitos parece não acreditar no que estão vendo. Mas era pura realidade. Uma emoção estranha toma conta de seu ego e não sabem o que fazer naquele momento. Olha um para o outro sem saber o que dizer afastam do local. Embrulha a gema com um retalho de pano velho e em seguida vã
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Capítulo V - Um encontro casual
por volta das quatro e meia da tarde se defrontam com duas Viaturas da Policia Militar que seguiam rumo ao garimpo para tomar depoimentos dos garimpeiro. Pretendiam fazer uma varredura na área, levando em conta aos acontecimentos que vinham acontecendo no acampamento.   — Mariano um pouco assustado disse: Olha lá Juca aqueles policiais. Será que estão vindo atrás da gente? — Calma Mariano! Não fizemos nada de errado e como diz o velho ditado; quem não deve não teme.  — É verdade Juca vamos falar com eles sobre o que aconteceu com a gente e a quadrilha?  — Vamos sim Mariano! O esclarecimento gera paz e liberdade. Só um pouco de cautela, é claro! As Viaturas pararam na frente dos dois para interrogá-los. — O Delegado desce e diz: olá rapazes quem são vocês, de onde veem e o que fazem por aqui? — Eu sou Juca as suas ordens! — Eu sou Mariano ao seu dispor! — Muito bem! De onde estão vindo? — D
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Capítulo VI - A polícia no acampamento
O Delegado com suas viaturas chega ao local do confronto e fica abismado com o que vê! Cascas de balas espalhadas por todo lado ao redor da gigantesca paineira.Os orifícios causados pelos disparos atravessam o tronco em vários ângulos. Eram cerca de mais de cinquenta buracos no tronco da arvore, na altura de uma pessoa.  Pretendiam com isso, acertar Juca e Mariano e em seguida apossar do diamante depois de tombar os dois. Tentativa frustrada — o bando levou a pior e os dois irmãos, talvez por sorte ou habilidade, deixa os quatros estirados sem vida no meio da estrada!— Uau! Diz o Delegado; que barbárie! Aqueles dois tiveram muita sorte. Quem diria! Dois humildes camponeses, mas excelentes atiradores. Pobre arvore!Á distancia de uns trinta metros, avistam dois integrantes da quadrilha caídos. Enquanto o delegado os observa, os policiais procuram pelos outros dois. Segundo as informa
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Capítulo VII - Juca e Mariano em Goiânia
Cavalgam o dia todo e fazem a última parada para dormirem. Resta ainda vários quilômetros pela frente. Mais um dia de viagem aproximadamente! Afastam-se um pouco da estrada e encontram um lugar bastante aconchegante próximo a uma nascente. Um lugar bem reservado e calmo. Passam a noite tranquilamente e tão logo amanhece o dia seguem viagem. Param em um povoado para um almoço e um breve descanso. A esta altura, já não se sentem um tanto presos a lembrança do acontecido. Ao anoitecer avistam o clarão das luzes ao aproximarem-se da grande Goiânia. Bem na entrada da cidade procuram um senhor que guiava um cavalo por uma corda atada ao pescoço para um piquete. — Por favor senhor! — Pois não seus moços, o que desejam? — O senhor talvez possa nos informar onde poderemos deixar nossos cavalos por quatro ou cinco dias? — Sim! Eu mesmo posso fazer isso pra vocês. — Obrigado! Assim que terminarmos nossos compromissos viremos buscá-los e a
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Capítulo VIII - A caminho de casa
Passados os quinze dias, já com as Carteiras de Habilitação nas mãos não pensam em outra coisa a não ser voltar para casa.— Não estou acreditando que estamos a caminho de casa Mariano!— Nem eu Juca. É bom demais pra ser verdade!—Adeus garimpo, adeus acampamento!— Adeus Rio Araguaia, adeus Goiânia! habilitaçãonas mãos, entram no veículo e partem definitivamente de volta para casa.— Disse Juca na saída: Feliz da vida Mariano?— Feliz demais Adeus, adeus, adeus!De volta para o aconchego, inebriados pela alegria de terem sidos agraciados pela realização de um sonho que acabara de se tornar realidade. Só pensam em poder abraçar seus pais. Grande surpresa traria para os velhos com a chegada dos filhos. Embora tenha o confronto com a quadrilha os deixados i
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Capítulo IX - OsInvestimentos
Esperam pela volta de Mariano para dar início ao procedimento dos negócios e em seguida vão dormir. Mariano não volta pra casa aquela noite. Fica por lá mesmo. Também pudera já era de se esperar!Assim que amanhece o dia, Juca se levanta e agradece a Deus pelo fato de estar em cassa junto da família. Mariano chega de manhã trazendo o primo jerônimo e a prima Rosinha. Esta, por sua vez estava explodindo de felicidade pela volta dos primos. Principalmente por Mariano — seu príncipe encantado!— Juca então pergunta: Por que não fizera vir também tio Vargas e tia Loreta?— Eles ficaram pra cuidar das criações. Mais tarde eles virão para cá também!— Nada disso; vou busca-los para almoçarconosco, não acham uma boa ideia°— Então vai logo Juca antes que a Comadre
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Capítulo X - Mudando de vida
Depois da realização daquela animadíssima festa tudo mudara na vida dos dois milionários. Estiveram presentes muitas pessoas. Parentes e amigos tanto da vizinhança da zona rural como também da cidade de Serra Branca.   A partir de então Juca e Mariano já não são mais chamados de peões como antes. Agora para as pessoas do lugar são: Os novos Milionários, Doutorzinhos, Os dois Riquinhos e assim por diante! Embora fossem assim chamados mantinham sempre o conceito de humildade e cor- dial simpatia para com as pessoas como sempre foram. De algum modo, tinham que ser diferentes com relação aos negócios e o trabalho. Quem é patrão dá as ordens, quem é empregado as executam! Esta condição era a única coisa que os faziam diferentes entre as pessoas que os rodeavam e faziam parte de seus trabalhos. Começa então nesse período, a contratar gente para trabalhar na fazenda. Uns para os serviços na lavoura, outros para cuidar do rebanho leiteiro e os demais ser
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