A Caçada Selvagem

A Caçada SelvagemPT

Jun Soares  Em andamento
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Resumo
Índice

Uma lenda, onde um grupo de seres imortais não identificados, saem para caçar. Essa é a lenda que os humanos criaram sobre o meu povo. Aqui no reino onde eu sou a futura rainha, caçamos e matamos seres sobrenaturais que são uma ameaça para os humanos. Somos sobrenaturais, porém fomos criadas para tal coisa. A cada mês que chega, um grupo de 30 à 35 de garotas bem armadas, são enviadas em cavalos pretos para matar aqueles que são detectados como uma ameça ao mundo todo. Os que são mortos são completamente esquecidos pelas pessoas ou qualquer coisa que o mesmos tinham relação. Era como se nunca tivessem existido antes. Os humanos não tem a capacidade de nós ver, a não ser aqueles que serão levados pela caçada.

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35 chapters
Capítulo 1
“Mil anos atrás.Foi onde tudo se deu início.Após os seres sobrenaturais serem criados e mandados pela deusa da lua para a terra, ela viu o que os seus tão amados filhos estavam fazendo com os humanos. A raça dos vampiros, a qual a deusa pensou que se alimentaria apenas de comida assim como a raça humana, se transformaram em abominação; eles começaram a ter uma sede insaciável por sangue humano. Os lobos comiam comida, bem... só sua parte humana; sua parte lobo também começou a ter sede de sangue.Vendo o que estava acontecendo, a deusa decidiu criar outra raça de seres sobrenaturais para caçar aqueles que eram uma ameaça, assim, dando-lhes o nome de As Caçadoras dos Deuses. As habilidades delas eram inacreditáveis. Elas eram mais fortes que qualquer ser que a deusa tinha criado em toda sua jornada. E além de serem mais fortes e mais rápidas, elas tinham alguns poderes de outros seres...”— Malia! — Sou interrompida por minha mãe gritando e batend
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Capítulo 2
Malia P.o.v— Malia? — Escuto a voz da minha mãe me chamando, enquanto me balança na tentativa de me acordar.— O que foi, mãe? — murmuro sonolenta. Aliás, eu estava dormindo.— Eu só queria saber o que você está fazendo aí no chão. — Viro lentamente pro lado oposto que minha mãe.— Me deixa dormir... — Sou interrompida por um balde de água gelada, junto com o balde. Sim, ela também jogou o balde em mim.— Levanta que você tá atrasada pra faculdade. — Me puxa pelo pé em direção ao banheiro.— Mãe, me solta, hoje nem tem... Puta que pariu mãe, por que não me acordou mais cedo? — Levanto do chão.— E você acha que eu não tentei? — pergunta indignada. — E olha esse seu palavreado. — Me dá um tapa na cabeça.— Poxa mãe, é preciso agredir? — pergunto enquanto massageio o lugar onde ela bateu.— Para de enrolar e vai tomar teu banho, garota — diz saindo do quarto.— Também te amo! — grito para que ela possa escutar. E
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Capítulo 3
Uma, duas, três horas. Foi o tempo em que eu passei dentro da sala, sentada na cadeira de ferro olhando pra parede branca.Não dorme, não dorme, meu subconsciente grita para mim.Mano, o que eu posso fazer aqui? Já tentei de tudo. Já gritei. Sim, eu gritei para que me tirassem daqui para eu ir ao banheiro, só que ninguém fez questão de nada. Já tentei abrir a porta — desisti assim que vi que ela só abria com cartão.Não faço a mínima ideia de que horas pode ser. Sem ter nada para fazer, cruzo meus braços em cima da mesa e deito minha cabeça por cima deles. Estava tão cansada que nem ao menos percebi quando caí no sono.— Acorde. Vamos lá garota, Acorde! — Sou acordada bruscamente por uma voz feminina gritando. — Vamos começar? — Se senta na cadeira à minha frente.— Claro — digo ainda sonolenta.— Bom, sou a delegada Morgan — diz seca — Qual sua idade? — me olha.— Tenho dezoito anos. — O que você estava fa
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Capítulo 4
— MANHÊ! — grito por ela enquanto desço as escadas correndo. — SOCORRO! — O que foi menina? — pergunta quando chega onde eu estou.— Mãe, tem uma barata enorme no meu quarto! — exclamo apavorada, segurando o roupão para que ele não abra.— Meu deus... — Coloca a mão na testa. — Malia, você já é uma mulher. Vai lá e mata ela. — Me entrega uma vassoura, que só agora noto que está em suas mãos.— A senhora vai comigo? — a olho desesperada.— Não né — fala como fosse óbvio.— Ah, então eu também não vou — digo decidida, colocando a vassoura encostada na parede ao meu lado. — Acho que também não vou pra faculdade, já que não tem como eu ir sem roupa, não é mesmo? — Me apoio na parede enquanto faço um laço no cordão do roupão.— Pega logo essa vassoura e vamos matar ela — diz impaciente. Pego a vassoura e fico esperando ela ir na frente.Chegando no quarto minha mãe me olhou indagnada.— Que bagunça é essa?— Sei
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Capítulo 5
Agatha P.o.v— Rainha? — Sim? — a olho.— Vossa alteza concorda com o acordo?— Alice, eu não vou mandar um garoto inexperiente cuidar da futura rainha desse reino — digo decidida.— Mas rainha, ele é o mais adequado para essa função.— Ele é um HOMEM, não quero ele nem perto dela. — Levanto do trono.— Mas se ela é a futura rainha ela que tem que decidir — afirma Logan.— MAS EU SOU A RAINHA! — grito irritada fazendo um raio ecoar no meio do pátio. — Sou eu quem decido quem vai — declaro mais calma. — Mas... — Alice começa dizendo.— Mas nada, Alice — a corto. — Podem sair. — Volto a sentar no trono.— Rainha, posso falar com a senhora antes de ir? — Faço um sinal pro Logan sair.— Diga, Alice. — Ajeito minha postura no trono.— Por que não deixa ele cuidar da garota? — Se senta no chão à minha frente.— Não quero que nenhuma relação se estabeleça entre eles. — Sento ao seu lado. Ler mais
Capítulo 6
Malia P.o.v— Meu deus. — Passo a mão sobre o rosto tentando me convencer de que o barulho que eu escutei lá embaixo, foi fruto da minha imaginação.Olho no meu celular e vejo que são três horas da manhã. Escuto outro barulho, porém mais forte do que o de antes.Levanto devagarinho da cama, calço minhas pantufas de unicórnio e vou para a porta. Do lado dela tinha um taco de beisebol. Pego-o e abro a porta bem devagar — e como ela não gosta de mim — ela faz barulho.Saio do quarto e vou andando lentamente até a escada.Não. Isso sempre acontece em filmes de terror: a mocinha curiosa escuta um barulho estranho e vai ver o que foi e no final ela morre. Dou meia volta e corro para o quarto trancando a porta rapidamente.Corro até minha cama e me enrolo da cabeça aos pés com o edredom. Escuto passos altos e fortes no corredor e logo vejo uma sombra parando em frente a minha porta.Começo a rezar tudo que eu sabia e até coisas que eu n
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Capítulo 7
Agatha P.o.vRespiro fundo e me viro ainda com a faca em mim, para olhar quem teve tamanha ousadia.— Você não pensou que eu iria morrer com isso, né? — debocho olhando para Arthur. — Você sabe que não pode me matar — falo tirando o objeto da minha barriga, logo sentindo a ferida se curar. — Uma adaga Arthur? Pelo amor de Deus, né! — Solto uma gargalhada alta.— Você não pode ser totalmente imortal.— E você não pode continuar sendo o mesmo babaca para sempre! Droga, era meu vestido preferido. — Jogo a adaga em sua direção. — Agora que você estragou a minha roupa, pode ir embora. — Ando até o meu banheiro, retirando minha vestimenta. — Não, na verdade, eu tenho uma dúvida. — Dou meia volta e paro a sua frente. — Como conseguiu entrar aqui? — pergunto curiosa. Meu reino é impenetrável.— Não sei. Talvez eu tenha matado uma guerreira sua — fala andando pelo meu quarto.Gargalho alto. — Arthur, você não pode nos matar, querido. Somos imortais, esquec
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Capítulo 8
Malia P.o.v— OH MÃE! — grito entrando em casa. — Como foi a aula? — Me pergunta, aparecendo a minha frente. — Normal. Mãe, a senhora soube que dona Maria morreu? — Espera, a dona Maria da esquina? — Me olha de olhos arregalados. — Sim, parece que ela teve um infarto e não aguentou. — Dou de ombros subindo as escadas. — Aliás — Paro no meio dos degraus e viro para ela —, teve alguma novidade do homem lá? — Franzo a testa. — Não, parece que ele já tá solto. — Me olha séria. — Solto? Como assim? — Arregalo os olhos. — Eles vieram aqui mais cedo e revistaram a casa toda. Segundo eles, aqui não tinha nada que pudesse provar que ele invadiu. — Como não? E a porta do meu quarto que ele tinha
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Capítulo 9
 Dois dias depois  — Mãe, por favor — peço tirando uma caixa de papelão da sua mão. — Não Malia. Já está decidido. Você vai sim morar naquele apartamento. — Puxa a caixa de volta. — Mas mãe... — Já chega, Malia! — grita me assustando. — Arruma logo essa merda que a noite o caminhão da mudança vai chegar para levar as coisas. — Ao dizer isso ela sai do meu quarto me deixando sozinha de olhos arregalados. — Merda! — Jogo meu abajur na parede com raiva. — QUEBRA TUDO LOGO, FILHA DA PUTA. — Escuto ela gritar. — Ela adora se xingar — resmungo para mim mesma. — Mãe. — Vou atrás dela. — Quê? — responde assim que entro no seu quarto. &md
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Capítulo 10
Chegando perto do apartamento eu acelero o carro e ultrapasso o caminhão de mudança. Paro em frente a portaria do portão principal e chamo o porteiro.— Olá — falo um pouco alto tentando chamar a atenção de um senhor que estava na cabine da portaria. — Em que posso ajudar? — ele pergunta, agora com sua atenção sobre mim.— É que eu sou uma nova moradora e eu queria saber como faço para entrar. — Sorrio tímida.— Claro. É só você colocar seu dedo aqui no sensor de identificação e se você for realmente moradora daqui o sensor vai me avisar aqui no computador e eu libero sua passagem — responde calmo. Saio do carro e me aproximo do sensor. Coloco meu…Qual dedo tenho que usar? — Moço? — Chamo sua atenção novamente. — Qual dedo eu tenho que colocar aqui? — pergunto apontando para a máquina que está na minha frente.— O seu dedo indicador da mão direita. — Sorri para mim. Com tal informação na minha cab
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