Celeste finalmente conseguiu abrir os olhos; ela já se sentia um pouco melhor dos efeitos da anestesia, a ferida doía um pouco, mas, dentro do possível, ela estava bem. Ao acordar, sentiu os cabelos cacheados de Pietro, que havia adormecido sobre sua mão; ela sentia a mão um pouco dormente e, com muito cuidado, a retirou.
Ela admirou o homem que estava ao seu lado; seu rosto refletia muita paz e tranquilidade, sua testa não estava franzida, ao contrário do que costumava acontecer enquanto dormia