— Você não vai sair desta casa hoje.
A frase veio antes mesmo que eu terminasse de entrar no escritório.
Parei do outro lado da mesa.
— Você já está me prendendo de novo?
O maxilar de Sebastian travou.
— Não.
— Parece.
— Estou prevenindo.
— Prevenindo o quê?
Os olhos escuros dele ficaram presos nos meus.
— Que você faça alguma besteira depois da noite passada.
Aquilo bateu mais fundo do que deveria.
— Besteira? — repeti, baixa. — Você me beija na escada, me prensa contra a parede do