Lily pediu para ir ao jardim depois do almoço.
Não estava mais com febre. Não estava manhosa como nos outros dias. Ainda parecia um pouco mais quieta do que uma criança da idade dela deveria parecer, mas os olhos estavam vivos, e a presilha lilás continuava presa no cabelo como se fosse a coisa mais importante do mundo.
— Só um pouquinho — ela pediu, segurando meus dedos. — Eu prometo que não vou correr.
Olhei para Marta, que estava perto da porta.
— O médico disse que ar fresco não faz mal