Reino Perdido - Série Espadas & Tronos

Reino Perdido - Série Espadas & TronosPT

Tamara Miller  En proceso
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Resumen
Índice

Mackenzie é a legítima Herdeira do Trono de Parga. Coroada desde o berço, cresceu ao lado de seu pai, um Rei extremamente controlador e amargurado, que sempre fez o possível para mantê-la distante dos perigos que sabia que rodeava o exterior do Castelo. Dias antes de sua coroação, alguém trama contra a Corte e sequestra a Princesa em uma ousada e mal sucedida emboscada. Mackenzie se vê completamente perdida e sem a proteção de seu pai e das fortalezas que cercam o seu Castelo. Lindando com sonhos inexplicáveis enquanto tenta sobreviver a um lugar hostil, com criaturas inimagináveis e de quebra, descobrir e compreender os segredos que acabara de descobrir sobre seu passado e de sua mãe, somente uma pessoa será capaz de ajudá-la. Dividida entre voltar para casa ou salvar uma floresta prestes a se tornar ruina, Mackenzie vai viver aventura que jamais imaginou, e no lugar mais inesperado e remoto encontrará um amor capaz de mudar sua vida e destruir seu legado, ou não. Todos os direitos da obra reservados.

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36 chapters
Prólogo
Epígrafe"Algumas jornadas nos levam para casa,algumas aventuras nos levam ao nosso destino." PrólogoNossa história começa em um universo onde humanos e bruxos coexistem e naquele tempo, a Coroa detinha todo o poder em suas mãos. O Rei e a Rainha eram a representação de Deus na terra, sua autoridade e influência não possuíam limites, e esse laço era definido por uma longa linhagem de guerras, medo e supremacia.Parga é um pequeno Reino, situado no interior Oeste dos Antigos Reino, e do alto da Colina de Sangue, podemos ver suas amplas terras férteis habituadas por camponeses e comerciantes.
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Más notícias
O castelo de Parga era esplendorosamente enorme. Repleto de entradas e saídas secretas; com paredes robustas, constituídas inteiramente de pedras e tijolos. Ao longe, eles pareciam apenas minúsculas pedras uma sobre a outra. As várias torres arredondas agigantavam-se rumo ao céu de outono e davam vista para boa parte do território. Construído sobre uma extensa planície rochosa, a construção era cercada por uma infinidade de árvores em tom alaranjado pela estação que tapeteavam o chão com folhas secas; mais atrás ficava toda a riqueza do Reino, o Rio Siver, sinônimo de água potável.Dentro do castelo, Mackenzie descia as escadas entalhadas com tapeçaria vermelha. A princesa parou por um instante, vasculhando ao redor, levando despretensiosamente a mão sobre a balaústra de cedro entalhada a ouro, tão deslumbrante em seu vestido
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Preparativos para a coroação
Quando Mackenzie atravessou a porta dupla da entrada do Castelo, muitas pessoas a estavam procurando. Anne, a babá, que queria saber onde ela havia se metido. Emilly, que queria uma opinião sobre as cortinas para o baile do grande dia. Duas de suas três damas de companhia a procuravam, Kenna e Aylee. Esmae que costumava sumir vez ou outra também.            Mackenzie atravessou o salão com todas elas em seu encalço tagarelando sobre coisas que não importavam agora.            — Dourado ou vermelho? — Emilly questionou enquanto andava, passando para a frente de Mackenzie para exibir as amostras dos dois tecidos um do lado do outro.            Mackenzie não gostava desse tipo de ocupação, mas quando pensou em responder
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Um sonho muito real
No sonho, Mackenzie corria num ritmo frenético o bastante para fazerem seus pulmões urrarem e suas pernas queimarem. A barra do manto agarrava nos galhos e vez ou outra atrapalhava a fuga à medida que ela adentrava mata a densa. Ela não sabia o que estava fazendo, mas havia um sentimento errante de desespero no interior de seu peito. O coração palpitava com a sensação de perigo.Tudo era real demais, e não se parecia com um sonho, porque de fato, Mackenzie não sabia se estava acordada ou dormindo, ela não fazia ideia de como havia chegado ali, ou do quem e do porquê precisava fugir, mas o frio era verdadeiro, predominante e nocivo, e mesmo que a corrida desenfreada esquentasse o seu sangue, ela ainda podia sentir o enrijecer e a dormência de seus membros periféricos fora da capa, no entanto seu cérebro estava alerta, e seu corpo tentava obedecê-lo sem fraquejar, corren
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Morte à bruxa
O sol começava a se esconder no horizonte cedendo lugar à escuridão que acompanhava a noite. Não havia muitas estrelas, mas a luz da lua derramava-se pelas grandes janelas do Castelo branco. No pavilhão, um aglomerado de pessoas atravessava os muros numa gritaria quase incompreensível. Mackenzie se desfez do abraço de Anne no momento em que a agitação no pavilhão se fez ouvir.“O que está acontecendo?” Mackenzie indagou e daria para dizer que todos fizeram a mesma pergunta.Aylee se levantou da poltrona ao mesmo tempo que Mackenzie, e as duas precipitaram-se em seguir em direção à escadaria principal; as outras três vinham logo atrás, conforme elas avançavam em direção ao pátio do Castelo, mais o som ficava evidente.“Morte à bruxa!” Era o que a aglomeração vociferava
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Noite de tormenta
A balburdia não podia ser controlada, as pessoas estavam comemorando a morte de uma mulher que se disse inocente.As quatro meninas estavam assustadas, e Mackenzie desejou mostrar para suas damas o Príncipe atrás da janela, mas bastou um desviar de olhos para que ele simplesmente desaparecesse de lá, deixando a sensação de dúvida na mente de Mackenzie.Ele estava ou não ali?— Menina teimosa. — Mackenzie ouviu a voz de Anne resmungar quando sentiu os braços magros da babá passar por seus ombros, levando-a do pátio para dentro do Castelo. — Ela estava morta desde o momento em que disse que era bruxa. Não havia mais nada para ver. — Anne alegou para as quatro garotas, enquanto elas andavam em direção a porta de entrada. — Estão satisfeitas com o que viram?Esmae sacolejou a cabeça numa negativa veemente, e seus olhos
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A emboscada
Mackenzie estava extremamente confusa enquanto corria para tomar a máxima distância das obscenidades de seu pai e Esmae. Ela ainda não conseguia acreditar que seu pai, um Rei, se permitisse envolver nesse tipo de relação. Sua dama... Mucama de seu pai.            Um pouco desorientada, ela percebeu que inconscientemente, seu corpo se dirigia para o jardim, mas alguma coisa, algo além da traição de seu pai a incomodava: uma sensação no pé da nuca a fazia pensar que estava sendo observada, mas quando olhou para trás, não havia ninguém. Então ela voltou a descer a escadaria que a levaria para fora do Castelo.            Mackenzie costumava ser uma garota esperta. Sua intuição era gritante; uma coisa impressionante, mas ela não ouviu as bot
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A fuga
A noite estava no ápice, e era por volta da meia noite quando a carruagem tomou a Estrada Secundária, chacoalhando e rangendo com o terreno erodido. Mackenzie já se sentia desconfortável com todo aquele sacolejar irritante.A Estrada Secundária era a melhor solução para escapar das inspeções da Guarda Real, porque ninguém a usava e não era atoa. A estrada era extremamente acidentada e havia saqueadores naquela região, relatos de desaparecimentos, sem contar o fato de que era caminho para a temida Floresta Escura. Ou seja, ótima rota para tirar a Princesa de Parga de seu Castelo.Mackenzie olhou para através das janelas ao seu lado e fitou a paisagem que passava quase como um borrão por ela, que sentiu um estranho arrepio na espinha ao fitar aquele estranho cenário.Ela nunca tinha saído do Palácio, mas porque ela sentia que já tinh
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Olhos prateados
“Acorde...” Aquela voz sibilou em seu ouvido suave como um eco cantado e distante.“Acorde e veja... Veja-o”As pálpebras de Mackenzie começaram a tremelicarem conforme ela acordava de um sono forçado e pesado.“Veja-o...”Ela abriu os olhos e os fechou com força, franzindo o rosto ao tentar afastar o sono que havia lhe sucumbido. Agora, acordada e muito confusa, inclinou o corpo, apoiando-o nos braços e olhou ao redor. Ainda era noite, e para o seu desespero, desta vez não era um sonho. Ela estava mesmo em uma floresta e diante de uma fogueira que crepitava e irradiava calor para aquecer seu corpo.Ela abaixou o olhar para os braços e viu os arranhados produzidos pelos galhos secos das árvores. Seu coração voltou a bater rápido e pasma ela se arrastou no chão de terra, recuando, ao ver que tudo o que havia sonhado estava acontece
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Besta assassina
— Preciso voltar para Parga. — Mackenzie disse, olhando para o dossel fechado de folhas sobre sua cabeça. — Sabe por qual direção devo seguir?O druida a fitou com cuidado para depois apontar a nordeste de onde estavam.— Obrigada. — Mackenzie disse antes de começar a andar na direção em que ele apontara.Ele pensou em lhe fazer algumas ressalvas, tais como: não andar à noite, o que incluía agora, nem caminhar sobre trilhas de folhas secas para não chamar atenção de criatura com ouvidos apurados, ter cuidado com o que usaria como alimento, e não pensar em entrar em lugares fechados. Ele sabia que o caminho era longo, porque ele havia carregado a garota ainda mais para dentro da mata e se sentiu culpado por isso, mas agora era tarde, e ele não tinha nada a ver com isso, deveria apenas agradece-lo e seguir seu próprio caminho, porq
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