Destino ou Casualidade?

Destino ou Casualidade?PT

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Resumen
Índice

Duas pessoas que sofreram quando ainda tentavam encontrar-se, contudo ambos tiveram alguém em que se agarrar para os ajudar. Um a família o outro a aquela pessoa que mesmo não tendo nenhuma ligação biológica com ela, decidiu permanecer ao seu lado, quando tudo o que naquela altura precisava era de paz para sofrer seu luto, também. Mas é aí que se conhece um ser, uma alma quando notamos que não podemos só lembrar do nosso sofrimento, mas dos outros também. Gabriela teve sorte, durante anos sem ninguém para cuidar, para dizer que tinha uma casa, um lar, até encontrar em seu melhor amigo e seu irmão, essa casa. Mas o que fazer se o lar que tanto necessita fica nos braços de um empresário, um pouco diferente do normal? Sebastian, conheceu a traição por aquela que dormia ao seu lado durante três anos, fechou-se para qualquer tipo de relação que demorasse muito mais de umas duas horas. Nem sua família gostava que pernoitasse em sua casa, seu lar. O quanto ele estava enganado, ao levar uma menina mulher que dela nada sabia para sua mansão para a mesma dormir, num quarto de hospedes. Mas um pesadelo, e uma vontade imensa o fizeram carrega-la para o lugar onde o mesmo tinha prometido que nenhuma mulher iria descansar. Aí ele entendeu que lar, não era as paredes de sua casa mas os braços daquela mulher de cabelos pretos? Um encontrão, uma dança em uma boate, um assalto mal feito, um salvamento e uma proteção que os une, num curto período de tempo? Nenhum deles esqueceu nenhum deles, ambos ficaram na memoria um do outro, conseguiram viver nos braços um do outro?

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Capítulo I
- O que pensaste que ia acontecer-te ao tentares roubar-me? – Questiona quase explodindo de raiva ao gritar para o idiota que tentou burlar meu pai, pois o mesmo tinha que ser um otário por completo, a casa é cercada de câmaras.- Não pensei… Só. – Ele parou de falar quando seu telemóvel começou a tocar. – Ah, não! – Lamentou tentando desligar rapidamente o aparelho.- Nada disso, rapazinho. – Falo arrancando rapidamente de sua mão.- Não faça isso! – Implorou o rapaz levantando-se, tentando alcançar o telemóvel.- Moça bonita. - Comentou o meu pai olhando para o telemóvel. – Quem fala? – Perguntou atendendo o telemóvel.- Jack, és tu? – Uma voz feminina fez-se ouvir quando o meu velho colocou o aparelho em alta-voz. – Jack, estamos aqui em frente ao bar!- N&
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Capítulo II
- Eu posso dar-te carona? – Profiro antes de perceber o que estou fazendo.- Não. – Ela é rápida a responder, porém reparei meu pai dar um sorrisinho, com a negativa dela. – Desculpem pelo que meu primo fez. – Expressa e sai sem olhar para trás, lanço um olhar para meu amigo que segue atrás dela.- O que deu para ofereceres boleia para uma mulher? – Fala minha mãe, ela sabe que detesto quando alguma pessoa, que não conheço entra em alguma coisa minha, desde meus carros, até minha casa. Mesmo com as mulheres que fodo, sim eu nunca mais dormi com uma mulher a não ser, a minha ex-namorada, aos 20 anos, desde aí levo as mulheres para um lugar qualquer e as fodo por trás, sem ter que olhar para a cara delas.- Só estava a ser simpático. – Explico dando de ombros, colocando as mãos nos bolsos das calças poden
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Capítulo III
- O que fazes aqui, Wesley? – Pergunto, mal entro dentro de casa com a arma já na mão por ter notado uma sombra na sala de estar.- Boa noite para ti também. – Diz sentando-se no sofá cinzento que está no meio da sala.- Resposta? – Incentivo caminhando até ele, guardando a arma na cintura.- Vim atrás de ti, e acabei por adormecer. – Explica bocejando, Wesley era um dos meus amigos de faculdade, mas também aquele que o meu melhor amigo de uma vida toda não simpatiza, Dominic cresceu comigo é meu primo do lado paterno, e desde que me conheço por gente vivia sempre comigo, na casa por todo o lado exceto quando candidatei-me para a Marinha.- Está bem, mas não gosto que apareçam a minha casa sem eu estar presente. – Aviso em tom de ameaça ao que o mesmo sendo sábio levanta as mãos em rendição. &nd
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Capítulo IV
- Aquela não é a garota de ontem? – Questionam os dois seguranças ao mesmo tempo.- Não pode ser…. - Verbalizo mas algo me faz quer ir busca-la para não deixar que os idiotas que estão perto do bar fiquem babando no corpo dela ao vê-la passar.- Tem razão senhor, acho quase impossível ser a mesma. A menina de ontem usava roupas largas. – Contesta Patterson. – Posso voltar a colocar-nos em movimento? – Questiona olhando de relance pelo espelho do SUV.- Sim. – Concordo fechando o vidro que tinha aberto para ver a mulher com várias tatuagens correndo e descendo para a praia.Já na boate entro sem nenhuma confusão, o pessoal da limpeza continua a trabalhar mas param para cumprimentar-me com um aceno discreto, exceto a garota que meu primo está sempre atrás, Angel a loira é ignóbil de mais, parece que sua personal
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Capítulo V
- Ninguém vai fazer nada, pretendo ver até onde ele vai ser capaz de trair a família que lhe pôs a comida no prato. – Argumenta meu pai arrumando seu blazer. – Agora, esqueçam que sabemos o que ele faz. – Aponta para mim e Wesley ao que concordámos com um acenar de cabeça, insatisfeitos. – Vou embora, tenho que ajudar a tua mãe na festa da tua irmã daqui a três dias. Sábado, estás convidado Wesley, não te esqueças. – Lembra a meu amigo, que não gosta muito de convívio e sei bem que é por causa da sua cor, mesmo com o dinheiro todo, tem pessoas que continuam a rebaixa-lo.- Sim, senhor. – Responde abrindo-lhe a porta ao que meu pai dá um palmada nas suas costas ao passar por ele. – Eu sinto muito, Sebastian.- É. – Respondo sem muito ânimo. – Caralho! Ele era como um irm&at
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Capítulo VI
- Tentou matar-se, senhor. – Informa o segurança pondo-me ainda com medo do que está por vir. – Senhor, venha para o hospital, acabamos de chegar.- Estou a caminho. – Comunico correndo para o carro que já tem a porta aberta.- Sebastian? – Chama Wesley e os irmãos Kelly correndo em meu enlaço.- A minha irmã está no Gaspear. – Declaro ao que Wesley empurra-me para dentro do meu próprio veículo.- Nós vamos lá ter. – Informam os gémeos correndo para as motos de ambos.- O que deu para empurrares-me para dentro do meu próprio carro? – Indago irritando, enquanto o carro transita as ruas em uma velocidade superior ao permitido.- O que achas, o carro está atrás da boate, no estacionamento… claro que não ia perder tempo. – Resmunga passando as mãos pelos cabelos, nervoso. We
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Capítulo VII
- Jay, o que se passa? – Questiono atendendo o telemóvel. – Espera onde estou não consigo ouvir-te direito. – Saio de dentro num banheiro de rua, esfregando o sangue da minha face, após envolver-me numa luta com quarto homens.- Preciso da tua ajuda no hospital Gaspear. Rápido! – Pede falando apressadamente e deve estar em uma situação muito mal para chamar.- Ok. Ok, já vou. – Digo chamando um táxi e vestindo o casaco para que não notem o hematomas que estão a ficar colorados. – Para o hospital Gaspear, por favor.- Jovem, chegamos. Está tudo bem? – Pergunta o motorista, pela primeira vez depois do que me aconteceu entrei num carro com um homem que não conheço.- Obrigada, está tudo bem. – Returco saindo do carro e quase correndo para o interior do hospital. – O Detective Milton está à minha
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Capítulo VIII
- Não sei. – Sussurro olhando para a jovem à minha frente que está com um corte no sobrolho e até mesmo no queixo. Minha mãe está a falar com ela sobre minha irmã, não consigo compreender nada do que falam, estou observado a menina mulher como um depravado.- Gabriela! – Chama o detetive Jay ao que a jovem que antes caminhava para o quarto parou e olha em sua direcção. – Ainda quero saber o que aconteceu para esses machucados! – Avisa ao que ela dá-lhe um sorrisinho mordaz, e mesmo sem ser para mim faz meu pau endurecer no meio do corredor.- Não entre! – Grita minha irmã, mas a jovem não dá ouvidos e entra, contudo a porta, mantêm-na aberta.- Hey. Sou Gabriela… qual teu nome? – Questiona depois de encostar-se na parede e de Madeline parar de gritar, contudo sem baixar a guarda, olhando para a jovem de cal&cce
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Capítulo IX
- O que queres daqui? E porque estas a seguir-me? - Questiono olhando para trás, observando um homem mal-encarado que andou sempre atrás de mim até a sala das máquinas de vendas automáticas.- Não te faças de estúpida, garota. – Fala e sem dar-me tempo de reacção, uma bofetada é desferida em meu rosto.- Não. – Movo-me para mais perto da máquina para que se ele continuar, arriscar magoá-lo. E é isso que acontecesse ele parte para cima de mim e em um movimentação rápida consigo o fazer cortar o rosto ao empurrá-lo contra a máquina com força que o vidro acaba partindo-se.- Puta. – Geme tanto de dor e como de raiva, empurrando-me contra a parede fazendo minha cabeça bater contra a parede e acabo zonza.- Não… - Grito quando consegue arrancar meu casaco o rompendo a
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Capítulo X
- Filho o que se passou?- Cara, o que a garota da boate, está a fazer com o teu casaco? - Wesley pergunta-me com um sorriso.- Filho, Patt saiu daqui com um homem com a cara toda cortada, o que se passou? – Meu pai questiona já que só minha mãe está lá dentro.- Foi a garota, Gabriela que o empurrou contra uma máquina de vendas… o filho da puta foi atrás dela. – Explico ao que os irmãos torcem o pescoço, levantando.- Boss, podemos ir atrás de Patt, e desde escroto de gente? – Interpelam os gémeos já levantando-se e estalando as mãos, cada um com um olhar sombrio mais do que o outro.- Podem, divirtam-se. – Exprimo caminhando até ao vidro vendo a minha irmã a sorrir para a minha mulher e mãe. – Minha mulher? – Penso com um sorriso, desde quando.- É uma bela mulher.
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