Contos de Bermon

Contos de BermonPT

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Resumen
Índice

Acordando sem se lembrar de absolutamente nada, 3 jovens se deparam em uma floresta. Para saber quem são e o porquê de estarem ali deverão ser corajosos e enfrentar criaturas perigosas. A uma guerra acontecendo, uma guerra entre dois irmãos que desejam governar o grande país e continente de Eife. Mas qual dos irmãos procura fazer o bem, e qual procura fazer o mal? A uma lenda contada pelos habitantes que parece se encaixar perfeitamente com os 3 jovens. — Não sei como chegamos. Mas se estamos aqui, é porque devemos estar aqui! — Fala um dos jovens. Será que descobrirão quem são e sairão vivos de onde quer que estejam?

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A CACHOEIRA E A FLORESTA
Toda história de fantasia tem seu início. Aquele início que conta como seus personagens principais se envolvera na história, de como simples pessoas (ou criaturas) acabaram por salvar seus lares, sua terra, ou até mesmo seu mundo. Isso muitas histórias tem em comum. Mas, e se eu disser que o início dessa história é bem diferente do que estamos acostumados? Bom, só lendo para saber, não é? Então vamos inicia-la.Tudo começa com um jovem abrindo seus olhos. Assim como qualquer pessoa, ao acordar pela manhã cedo abrimos os olhos lentamente para se acostumar com a claridade de nossos quartos, mas esse jovem não estava em seu quarto ou em nenhum lugar confortável. Percebeu que estava caindo bem rápido e não teve muito tempo para despertar antes de ficar desesperado. Ao olhar ao redor, percebe que tem mais duas pessoas caindo junto com ele. Estã
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VEXOR, PRINCIPE DAS FLORESTAS
– O que faremos?! Não tem saída! – Disse o caçula desesperado.– Tem sim uma saída! – Disse o irmão do meio. – Mas é a mesma que usamos para chegar aqui.– Não sei como você consegue fazer graça em um momento ruim como esse! – Falou o mais velho nem um pouco satisfeito com a brincadeira do seu irmão. – Olha, deixa isso quieto! Não vamos gastar nossos últimos momentos de vida discutindo.– Ninguém aqui está discutindo! – Respondeu o irmão do meio, um pouco alterado. – Apenas disse a verdade! Não podemos ir para nenhum dos lados nem seguir em frente.– Eu não quero morrer! – Disse o caçula. Via que seus irmãos começariam a brigar, por isso quis fazer um pouco de drama para que eles se preocupassem com ele em vez de discutirem.Pelo visto
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ENXAME DE ABELHAS!
Os garotos então retornam ao local onde encontraram Pordramu. Todos já sabiam que aquele lugar não cheirava muito bem. Mesmo assim, era o único lugar que poderiam passar a noite um pouco melhor. Lá já havia uma fogueira acesa onde podiam se esquentar visto que as roupas dos dois mais novos ainda estavam húmidas.  Os três chegaram apoiando em seus ombros o segundo mais velho, que ainda não estava bem. Aproximaram-se da fogueira e ajudaram ele a se deitar em uma posição que não machucasse tanto sua coluna. O caldeirão de onde vinha o mau cheiro ainda estava lá. O mais velho, que havia ganhado algum tipo de poder deu apenas um chute no caldeirão fazendo com que esse voasse bem longe. Algum tempo depois o fedor diminuiu um pouco. Já era noite quando chegaram, perto havia uma espécie de bananeira, o mais velho e o caçula foram até ela e cortaram algumas folhas utilizando a espada que o mais velho havia ganhado durante a luta. Cortaram com a intenção de forrar o chão
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FICÇÃO, O HOMEM MISTERIOSO
O sangramento não estancava. Os irmãos mais novos começaram a se desesperar em cima de seu irão caído. Chorando e falando alto tentando acorda-lo. O segundo mais velho até colocava sua mão em cima das feridas do Vexor, tentando fazer com que o sangramento estancasse. Mais nada disso adiantava. – É tudo culpa minha! – Disse o mais novo enquanto chorava. – OLHA O QUE A SUA IDIOTISSE NOS CAUSOU! – Disse o segundo mais velho bem alterado, ao mesmo tempo em que chorava. – VOCÊ SÓ PENSA EM VOCÊ MESMO! É SEMPRE ASSIM! O caçula apenas chorava. O sangramento de Vexor não estancava. Nada podia ser feito. As lagrimas não paravam de cair. O sofrimento era visível em todos os aspectos. O mais horrível da situação é saber que você não pode fazer nada para ajudar. Sabiam que era só questão de tempo para que seu irmão ferido de batalha morresse.  Esse seria o caso se não acontecesse o imprevisto. Um homem vestido com roupas roxas que lembravam muito um m
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A HISTÓRIA DE 13 ANOS ATRÁS
– Descansem um pouco. – Disse Ficção. – Em breve estarei vindo aqui novamente para leva-los até a sala de jantar. – Antes de sair deu um pequeno sorriso sarcástico. Novamente os garotos se viam sozinhos. Sentaram cada um em sua cama. – O que acharam do lugar? – Perguntou Vexor. – Não me sinto nem um pouco confortável aqui. – Disse o segundo mais velho. – Esse lugar me dá medo. – Disse o caçula se deitando. – Eu não estou entendendo nada do que está acontecendo aqui. – Disse Vexor retirando sua espada de suas costas a colocando do lado de sua cama. Depois deitou-se olhando para cima. – Como assim? – Perguntou o segundo mais velho. – Sei lá. – Disse Vexor. – Como é que chegamos aqui? Quem a gente é? E ainda tem essas habilidades que eu ganhei. O que significa tudo isso? – Verdade. – Disse o segundo mais velho. – E ainda tem essa tal lenda que todos falam. Isso está começando a me perturbar. Será que de alguma forma a gent
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PORTIDAN, UM OGRO VALENTE
– Então meu jovem. – Diz Durley iniciando outra conversa. – Você irá aceitar seu destino e nos ajudar a pôr um fim nessa guerra? Vexor está pensativo desde o fim da história contada. – Eu não sei. É muita coisa para digerir de uma só vez. – Diz Vexor. – Acho que o melhor a fazer é ficar junto com meus irmãos agora. Eles não devem está muito bem depois de ouvir... – O que eu falei? – Interrompe Ficção. – Eles vão ficar bem. Vocês jovens esquecem as coisas muito rápido. Logo, logo eles estarão aqui perto de vocês. O melhor que você pode fazer é ir para o campo de treinamento e receber umas aulas de esgrima. Ficção então se levanta da mesa e caminha em direção a porta. Usa sua mão para fazer gestos para que Vexor o acompanhe. Esse então fica indeciso, mas após ver o rosto de Durley afirmando que ele poderia confiar em ficção, tomou coragem e foi junto. Agora apenas Durley ficará na sala de jantar. Ficção e Vexor caminhavam pelos corredores do cas
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UMA AJUDA INESPERADA
Vamos voltar agora a alguns momentos atrás, mais precisamente antes da luta começar. Os outros dois irmãos estavam no quarto. O caçula estava sentado na cama mexendo na bolsa. Então retirou a bussola e tentou descobrir mais ou menos quanto eles estavam longe da cachoeira. Mas uma bussola sem um mapa não adiantaria muito para descobrir a localização exata. Além do mais, o mapa deveria ser bem detalhado, e o garoto deveria ter alguma noção disso tudo. Então, ficar olhar a bussola se mover era praticamente inútil. Mas era uma boa forma de se distrair, então continuava a tentar. O segundo mais velho estava apenas deitado na cama pensando em tudo o que já tinham passado até então e nas coisas que havia ouvido. Principalmente nas coisas ruins.– O que você acha de tudo isso? – O segundo mais velho inicia a conversa.– Do que exatament
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BRIGA DE IRMÃOS
– Vou mostrar o lugar para vocês se banharem. – Disse Ficção. – Peço licença majestade. – Ficção então passou pela porta e continuou a andar. O caçula foi o primeiro a seguir o homem. Antes de seguir Ficção, Vex olhou para o irmão do meio, esse estava com cara de desaprovação. Para evitar conversas paralelas, Vex desviou seu olhar e seguiu Ficção. O irmão do meio foi logo atrás. É interessante contar apenas algumas coisas de como era o lugar. Saibam que alguns bermonianos também estavam no lugar tomando seus banhos. Havia uma espécie de reservatório de água no meio do local do banho e vários canecos. Basicamente devia encher o caneco de água e jogar em seu corpo. Em vez de sabão, como se é de costume, havia várias folhas cheirosas no local. Deveriam pega-las e passa-las em seu corpo, as folhas sugavam todo o mau odor e a sujeira. Vex até viu o ogro Portidan no local. Ainda estava com a perna ferida. Era difícil tomar banho em pé, por isso tomava banho sentado próximo
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O INICIO DA VIAGEM
Pela manhã, os garotos preferiam ir à frente da tropa. Como eles eram maiores, tampavam os raios do sol criando uma sombra. Mas ficavam muito cismados daquelas criaturas estarem atrás deles. Não sabiam o que se passava na cabeça deles, então era muito preocupante. Depois de ter se lembrado o que Portidan falou na arena antes da batalha sobre ele ser comida, ficava preocupado se aqueles bermonianos ficariam loucos em alguma hora e partissem para cima dele e de seu irmão. Ele sabia que poderia ganhar de qualquer um que estava ali, pelo menos era isso que se passará em sua cabeça desde que ganhou de Portidan. Mas acontece que eram mais de um, o que aconteceria se todos resolvessem atacar de uma só vez? A sombra não durou muito tempo. A partir de 7:30 da manhã o sol já estava em um ponto que não dava mais para se esconder. Como não havia mais jeito, os garotos agora se encontravam atrás dos bermonianos. Não demorou muito para o segundo irmão começar a soar e reclamar. Já
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SEGUIR OU VOLTAR?
– Eu não vou me dar por vencida só porque você ganhou essa espadinha de nada. – Disse Snai. – Se chama Katana! – Respondeu o garoto com muita seriedade. Evitou avançar para cima do rapaz, pois sabia que esse utilizaria a katana para se defender. Pegou os pedaços da pedra que havia se espatifado e arremessou contra ele usando sua cauda, mas esse não se desviava de nenhuma delas, coisa que o Vex faria se estivesse nessa situação. Em vez de se desviar, cortava pedra por pedra que vinha em sua direção enquanto avançava ao encontro de Snai. A cobra começou a se preocupar, o garoto agora ia a sua direção, começou a recuar. Na hora nem conseguiu pensar direito, se tivesse estaria de baixo da areia nesse momento, estava tomada pelo medo. Agora deslizava pela areia o mais rápido que conseguia com seu corpo machucado. O garoto ia atrás dela. A perseguição não durou muito. Quando percebeu que sua única solução era lutar, Snai se virou bruscamente e disse: – Espe
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