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25 chapters
A esposa do Ceo - Capítulo 1
Natália 15 anos depois — Senhorita Garcia, acabamos de chegar. — Disse o meu motorista.— Ok, Charles. — Ele sai do carro e abre a porta para mim. Agradeço e peço para ele vir me buscar no fim da tarde.Já no elevador, aperto o botão para o sexto andar, enquanto está subindo dou uma olhada no espelho. Gosto do que estou vendo, da mulher que me tornei. Formada em história da arte, mestre em moda, editora chefe e dona de uma revista de moda no Rio de Janeiro e linda e poderosa, nem parece aquela garotinha gorda e boba nos tempos de escola, sendo motivo de piada por conta do seu peso. Principalmente por conta daquele babaca do Caio Lacerda, me humilhando nos corredores da escola. Anos atrás  — OLHA A BALEIA VINDO! — Grita Caio e todos
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Capítulo 2
Natália Entro na revista, cumprimento a minha equipe e vou para minha sala, no caminho vem Isabelle, minha sócia e melhor amiga, toda feliz.— Nat, para aí! Tem uma surpresa pra você lá na sua sala. — Levanto a sobrancelha.— Surpresa? Sabe muito bem que não gosto disso! — Passo por ela e vou para minha sala, ela vem atrás de mim. Abro a porta e levo um susto. Tem um, quer dizer, vários buquês de rosas vermelhas espalhados na minha sala. — Que merda é essa, Isabelle? — Me fita sem entender.— Você não gostou? — Pergunta desanimada. — Pelo menos vê o bilhete. — Vou até o buquê que estava na minha mesa e pego o bilhete. "Quero agradecer pela noite maravilhosa que tivemos. Não vejo a hora de repetir o encontro". E
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Capítulo 3
Caio Acabei de chegar em casa, que noite foi essa? Foi foda demais. Abro a porta e fecho com cuidado, pela hora, meu velho deve já ter ido para o trabalho. Passo pela sala, estava subindo as escadas que dá para o meu quarto quando o celular começa a vibrar. Olho para os lados para ver se não tem nenhum empregado por perto. Beleza, não tem ninguém. Peguei o celular do bolso da calça e noto que recebi uma mensagem. É da gata que estava comigo na boate hoje. "Amei te conhecer, principalmente seus beijos. Pena que durou pouco, espero te ver de novo. Então vou mandar um incentivo" Ela para de digitar e vem uma imagem. Quando abro, quase perco o equilíbrio. Puta que pariu! Ela mandou um nude! Meu pau ficou duro na hora! Ela mandou um vídeo dela se masturbando…  Caralho! Essa mina quer me deixar louco! Ouço
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Capítulo 4
Caio Não estava acreditando que aquilo estava acontecendo. Os empregados arrumando a casa para receber os amigos e parentes. Estava sentado no sofá da sala observando tudo até o meu amigo, Fabrício, se aproximar.— Caio? Caio? — Toca no meu ombro, meus olhos estavam vermelhos e inchados de tanto chorar. Não falo uma palavra. Ainda estou em choque com aquilo tudo, na verdade penso que é um pesadelo e que a qualquer momento meu pai vai entrar na sala e me dar um sermão.  Fico olhando para porta e nada. Ele não vai entrar…  Ele se foi…  — Bebe um pouco desse café, está acordado a madrugada inteira…  Sei, quer dizer, imagino que não está sendo fácil…— Fácil? — Me levanto e o encaro. — MEU PAI MORREU E VOCÊ ACHA O QUÊ? PERDI MINHA M&Ati
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Capítulo 5
Caio O funeral do meu pai foi além do esperado. Nunca imaginei que sua morte... Engraçado, quando era vivo não me lembro dele ser tão querido assim, por colegas de trabalho, empregados e até os parentes por parte da minha mãe que vieram ver o corpo. Uns disseram " Bem feito ", outros " Que pena, tão jovem ". A parte da família da minha mãe o culpava por sua morte, até eu o culpava mas ele não tinha culpa nenhuma. Baque mesmo foi eu descobrir essa doença: um tumor cerebral, não tinha mais nada a se fazer, já estava muito avançado, por isso se recusou a fazer o tratamento. Isso chega a doer o meu coração, nem teve consideração por mim, estava focado no trabalho. Agora tenho que amadurecer e cuidar da empresa, sendo o único herdeiro. Pra falar a verdade, não sei se vou dar conta, mas tenho que t
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Capítulo 6
Caio — QUE MERDA É ESSA? SÓ PODE SER BRINCADEIRA, SÓ PODE! — Dou um salto na mesa indignado. Fabrício vem até a mim e toca no meu ombro.— Calma, Caio! Ficando assim não tem como resolver isso. — Ele tenta me tranquilizar, mas não adianta, já estava puto.— Calma? Você ouviu o que esse velho disse? — De pé aponto para o advogado da empresa, que me fita sério.— Olha como o senhor fala. Mais respeito, por favor! — Disse o advogado.— Por favor, pode repetir o que está no testamento? — Indaga o meu amigo. O Senhor Monteiro solta o ar, em seguida ele senta e lê o bendito testamento.— Eu, Reginaldo Lacerda, brasileiro, viúvo, formado em administração, gestão financeira… — O corto. Estou sem paciência!<
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Capítulo 7
Natália Acabei de sair de uma reunião e estou muito chateada! Droga! Não acredito nisso! Entro às pressas na revista e não falo com ninguém da minha equipe: jornalistas, editores, colunistas. Vou para minha sala, fecho a porta com tanta força que faz um barulho que dava para ouvir no outro lado rua. Minha amiga Isabelle entra na sala preocupada.— Natália, o que houve? Acho que até o porteiro ouviu esse barulho! — Ela está no meio da sala, jogo a minha bolsa na mesa. Estou com muita raiva! — Isso tem a ver com a reunião de hoje mais cedo?— O que você acha? — Estou andando para um lado e para outro com a mão na cintura. — Aquele desgraçado do francês— Pera aí! Me explica o que aconteceu? — Ela pergunta.— Aconteceu que aquele francês idiota
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Capítulo 8
Caio Finalmente cheguei em casa! Não via hora de chegar e descansar um pouco. Assim que entro Fabrício está na sala, depois do falecimento de meu pai pedi pra ele vir morar aqui comigo, estava me sentindo sozinho nessa mansão enorme.— Me diz que tem alguma notícia. Não estou aguentando ser empregado daquele desgraçado! — Me jogo no sofá onde ele está sentado.— Olha, vendo aqui, tem muitas, não, milhares de garotas que mandaram no seu direct e muitas mensagens no seu e-mail. — Ele disse olhando para o celular.— Sério? — Dou um pulo, me sentando e ele mostra as mensagens. — Caramba, são muitas mensagens, né?— Sem contar do seu e-mail. Olha aí, só tem gata!  — Ele disse, me levantei do sofá ainda olhando as mensagens, vi alguns perfis tamb&
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Capítulo 9
Natália Depois da noite maravilhosa que tive com o tal loiro sexy. Foi delicioso estar no comando, até gosto assim, nada de homem dizendo o que fazer na hora do sexo. Avisei para Isabelle que só ia aparecer na revista depois do almoço, mas vou aparecer mais tarde, bem mais tarde. Aproveitei para tomar aquele banho e depois dormir um pouco, pois aquele loiro delicioso, não estava satisfeito e também estava estressada demais, precisava relaxar, nada melhor que um bom sexo incrível. São mais ou menos três horas, vou para o meu closet escolher a roupa que vou hoje para o trabalho. Escolho um vestido longo floral com decote que valoriza os meus seios, coloco um cinto um pouco em cima da cintura para dar aquela efeito justo e com um salto para dar um ar sensual no look. Me olho no espelho e estou maravilhosa, saio do closet e já no meu quarto, pego o celular que está
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Capítulo 10
Natália Já faz um mês que a Isabelle mandou a mensagem para o tal playboy. Ralei pra cacete, ter mestrado em artes, formada em jornalismo e ser editora chefe e dona de umas das revistas mais famosas do Rio de Janeiro, ia depender de homem para pagar uma dívida, eu sempre tive repúdio disso. É Natália, hoje está pagando pela língua. Saio do closet, já estou arrumada. Escolhi um modelo exclusivo, de um dos meus estilistas favoritos, todo em fios de seda e pequenos cristais brilhantes, que caíam elegantemente por meu corpo como se eu vestisse uma cortina de cristais. O penteado escolhi um coque, com duas mechas de cabelos caídas no meu rosto, assim valoriza o decote das minhas costas, estou deslumbrante! Pego a minha bolsa branca da Clutch, acabamento de cetim branco trançado com franjas de tassel e com metais dourados. Ponho o meu telefone na bolsa e
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