Capítulo 5

Como o combinado, corremos para o shopping e chegando lá ela me levou na praça de alimentação e ao meu restaurante favorito. 

Não sei como não desconfiei de nada quando ela me deu uma escova e uma pasta sabor menta, então, mais ou menos ás duas horas da tarde ela recebeu um telefonema.

Em seguida me levou para o primeiro andar e ali estava a minha surpresa: Alto, branco, cabelos castanhos, dentes perfeitamente alinhados, olhos azuis e lábios quase irresistíveis.

- Esse é o Noah, tem 19 anos, cursa direito e ama o Kurt Cobain. 

Então ele sorriu e eu vi aquelas covinhas maravilhosas pela primeira vez, como é possível? Eu estava me apaixonando novamente por um cara desconhecido.

Como a minha amiga não queria “segurar vela” tratou de ir embora logo depois nos apresentar. Onde eu estava com a cabeça? Nem sabia de onde ela o conhecia!

Mesmo assim segui os meus instintos de garota (burra) e semi apaixonada e resolvi investir naquele homem.

Ele me levou a um café e só então resolvemos descobrir um pouco mais um sobre o outro.

- Eu faço faculdade de direito e me formei com notas na média, não sei como consegui entrar no ensino superior!

- É bom ouvir isso porque as minhas notas não são incríveis!

Conversamos sobre música, minhas expectativas por fazer dezoito anos, ensino superior e sobre a Natália. 

Descobri que eles se conheciam porque cursaram inglês juntos até o ano retrasado. Ele era meio cdf, mas não um tipo chatinho, era sexy!

Saí do shopping ás seis da tarde e resolvi tomar um porre pela primeira vez, eu sei, devo ser a única pessoa que não bebeu nada alcoólico enquanto isso ainda era fora da lei. 

Estava realmente nervosa, entrei no supermercado, fui até a seção de bebidas, peguei uma garrafa de vodca e fui até o caixa. 

Não sei se foi o meu nervosismo, ou simplesmente porque eu não aparento a idade que tenho, mas a atendente se apressou em pedir o meu RG e passou um tempo o analisando. 

Então me devolveu com uma cara séria e passou a garrafa para a assistente colocar no saquinho plástico.

Provavelmente levar aquela garrafa para a casa seria uma burrice, então resolvi bebê-la ali mesmo, na calçada a caminho de casa.

Dei o primeiro gole e, meu Deus, achei o gosto péssimo! Aquele líquido passou queimando pela minha garganta, como as pessoas bebem isso e gostam do sabor?

Resolvi colocar a garrafa na mochila e ir para casa torcendo para passar despercebida! 

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