CAPÍTULO 4

NICOLLE ANTAKE

— É aí prima como vai — Diz o garoto de cabelos castanhos e olhos azuis 

— Okay. Quem é Você?

— Uau, que falta de educação. Eu sou teu primo filho do seu tio o beta do Supremo.

— okay. Qual o seu nome e o que tem a ver beta e Supremo você está confundindo realidade com ficção ou fumando maconha?

— Chamo-me Jackson, tenho 19 anos. E querida prima eu não estou misturando nada com nada  muito menos fumando.

— Você que sabe!! Eu sou a...

— Nicolle Antake eu sei.

— Desculpa eu é que estava me apresentando aqui maluco e eu tenho 17 anos farei 18 daqui a um mês.

— Hum na véspera da lua cheia interessante. Vamos entrar.

— O que tem na véspera da lua cheia?

— Nada vamos entrar já está escurecendo. 

Entramos na casa que por sinal é bonita e luxuosa. Me deparei com um casal me esperando.

— Nicolle como você cresceu. —  pronunciou um senhor de cabelos castanhos e olhos azuis como o homem ao meu lado.

— Você se parece com seu pai.

— Vocês poderiam se apresentar. Eu já não me lembro dos  nomes.

— Claro minha sobrinha. Eu sou seu tio Pedro e essa sua tia minha esposa Lucília. Seu primo já deve ter se apresentado — Fala meu tio 

— Sim — Digo me aproximando e lhes dando um abraço meio embaraçoso. Eles não demoraram a fazer questões acerca de como estão meus pais e o Killua, querendo saber um pouco de mim

— Parem de encher a menina de perguntas ela está voltando de uma viagem — Jackson interrompe as questões dele

— Tem razão filho. Leve ela para o quarto dela e depois desçam para o jantar — Diz minha tia 

— Tá bom mamãe. 

Subimos e ele me mostrou o quarto que é duas vezes maior que o meu antigo e muito muito porreiro mesmo. Entrei e lancei minhas malas em cima da cama. 

— Este é seu quarto.  Vamos jantar depois arrumar as suas roupas. Amanhã te mostrarei a cidade e se encontraremos com meus amigos.

— Valeu jack.

Descemos e fomos jantar enquanto conversávamos. Então eu pergunto.

— Tio Você é beta do que é porque? 

Ele engasga e olha para o filho.

— Você está frito meu menino. — Diz a mãe.

— Minha sobrinha na faculdade onde você vai entrar vão esclarecer vários dúvidas e no seu aniversário deus te contaram algo importante. — Afirma meu tio.

— Okay. — Digo sem levar esse sermão a sério e dou de ombros e continuo comendo, terminamos e fui dormir meus tios foram assistir e meu primo foi se encontrar com alguns amigos.

VICTOR BLADE 

Já está de noite o jack e kouta já devem estar a chegar. Falando em chegar a campainha está tocando. Meus pais estavam assistindo os gêmeos dormindo. 

A governanta abre a porta e os dois furacões entram.

— Eu estou com fome. — diz kouta 

— Olá para ti também kouta.

— Idai eu to com fome Victor eu estava treinando Beckett e não jantei até agora. — Rebate kouta. 

— Isso não é problema meu! 

— Minha prima já chegou e deixa que eu vos diga uma coisa...se ela não fosse minha prima eu pegava!

— Eu não sou. Então me apresenta pra ela tô meio carente sabe!! — Fala Kouta.

— Não sei não. Minha prima merece melhor! Você é muito... muito pouco sabe... não vai aguentar o trampo sabe!

— Agora é assim né? Victor olha! Olha ele! E ainda diz que é amigo. Irmandade e o seu cú.

— Se acalma cara, amanhã quando eu levar ela para conhecer a alcateia vulgo para ela cidade de loucos. Nós encontraremos na quantia de sempre.

— Ela não sabe que é loba não é? — Pergunto por fim. Não sei de onde vem esse sentimento de ansiedade, quanto mais Jack fala da prima mais necessidade cinto de a conhecer. Isso é louco e estranho.

— Sim os pais vivem no outro país por conta da regra ela está aqui mas pelo que vi ontem ela não sabe que existem lobisomens.

— Interessante.

— Kouta meu filho coma o jantar — Diz a governanta 

— Obrigada tia você é a única que me ama. — Dramatiza Kouta 

— Quer uma escova para te ajudar a pentear? — fala Jack.

— Não seja assim com o garoto, ele está carente! — Provoco.

— Tia vê o que eles vivem falando pra mim. Eles não me amam! 

A Governanta sorri balançando a cabeça já conhecendo o nosso comportamento. Nós os três somos amigos desde a infância, antes mesmo da gente nascer. Quando nossas mães circulavam grávidas nós já éramos amigos. Então as provocações entre nós são para evitar o tédio.

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